Pastoral Arquidiocesana prepara abertura oficial do Ano Catequético

Pastoral Biblico catequetica

A Pastoral da Animação bíblico-catequética está preparando um momento celebrativo para marcar a abertura oficial do Ano Catequético na Arquidiocese de Pouso Alegre.

O Assessor espiritual da pastoral, Pe. Tiago Silva Vilela, enviou a todos os catequistas arquidiocesanos a mensagem de saudação de início de ano, comunicando a todos que por sugestão do arcebispo de Pouso Alegre, D. José Luiz Majella Delgado, CSsR, este ano novamente será realizada a Abertura oficial, a qual ocorrerá nos dias 13 e 14 de fevereiro.

A carta enviada às Paróquias também contém um roteiro de celebração, o qual pode ser adaptado à realidade de cada local. Leia a carta na íntegra: Celebração para o Início do Ano Catequético 2016.

A Pastoral da Animação bíblico-catequética, a partir deste ano, conta com nova coordenação arquidiocesana. Após profícuos trabalhos a frente da Pastoral, Rita de Cássia Pereira Rezende passou a coordenação para Maria Cristina Souza Faria.

D. Majella e bispos do Brasil visitam o Museu do Amanhã

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O Curso Anual dos Bispos do Brasil é promovido com a finalidade de proporcionar um momento de formação, partilha e convivência entre o episcopado brasileiro. Tendo em vista esse objetivo, na manhã desta quarta-feira, 27 de janeiro, os participantes da 25ª edição do encontro realizaram um passeio pela cidade do Rio de Janeiro e visitaram o Museu do Amanhã, na Praça Mauá, Zona Portuária da cidade. O arcebispo metropolitano de Pouso Alegre, D. José Luiz Majella Delgado, CSsR, que participa do Curso Anual também visitou o Museu.

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D. Majella (à direita) assiste à explicação no Museu

Novo ícone da Região Portuária, o Museu do Amanhã conjuga o rigor da ciência e a linguagem expressiva da arte, tendo a tecnologia como suporte, em ambientes imersivos, instalações audiovisuais e jogos, criados a partir de estudos científicos desenvolvidos por especialistas e dados divulgados por instituições do mundo inteiro. Traz à cidade, pela primeira vez, o conceito de museu experiencial, no qual o conteúdo é apresentado de forma sensorial, interativa e conduzido por uma narrativa. O espaço examina o passado, apresenta tendências do presente e explora cenários possíveis para os próximos 50 anos a partir das perspectivas da sustentabilidade e da convivência.

“É uma honra e um prazer receber os bispos do Brasil aqui e eles vão poder ver toda a complexidade e a beleza desse museu, além também de poder conferir a exposição que é colocada e que nós chamamos de “Longa Duração”, uma exposição que fala desde a nossa criação até os dias futuros que nós chamamos de um amanhã. O Museu do Amanhã diz respeito à vida que nós queremos nesse horizonte próximo de trinta, quarenta anos à frente e como nós queremos chegar neste futuro”, disse o diretor geral do museu, Ricardo Piquet.Bispos_no_Museu do_Amanha

Erguido no Porto Maravilha e projetado pelo arquiteto espanhol Santiago Calatrava sobre a Baía de Guanabara, o Museu do Amanhã foi inaugurado pela Prefeitura do Rio no dia 19 de dezembro de 2015. Âncora cultural do projeto de revitalização da Região Portuária, o museu é o símbolo mais eloquente do renascimento de uma área de cinco milhões de metros quadrados, parte da história do Rio e que enfrentava décadas de atraso e abandono.

“Eu acho que o Museu do Amanhã é um ícone de uma revitalização dessa região central da cidade, o Rio que transforma o seu Centro. Você tem aqui o museu de ciências que discute o amanhã, as questões de sustentabilidade, o que queremos para o nosso futuro, essa relação do homem com o ambiente… É um museu de ciências super interessante e de uma experiência incrível, inclusive, o arquitetônico da obra é algo também fantástico. É um museu diferente do que a gente está acostumado a ver no Brasil”, destacou o prefeito Eduardo Paes.

Bispos_no_Museu_do_AmanhaOs bispos aprovaram não só o museu, mas também a revitalização da Praça Mauá:

“Este Museu do Amanhã é uma grande obra e um grande benefício também para a cidade do Rio de Janeiro, tendo em vista toda esta revitalização da Praça Mauá. Agradeço pela possibilidade de viver este momento e conhecer esta magnífica obra que a todo o momento interage com os seus visitantes”, pontuou o bispo da Diocese de Duque de Caxias, Dom Tarcísio Nascentes dos Santos.

“É um momento extraordinário esta visita aqui ao museu. Nós nos damos conta daquilo que a vida é, como ela se movimenta, como ela é dinâmica, como é grande… E isso nos convida a pensar na nossa própria vida e a nos envolver também com este mistério da vida”, ressaltou o bispo da Diocese de Barreiras, na Bahia, Dom Josafá Menezes da Silva.

Fonte: Site da Arquidiocese de São sebastião do Rio de Janeiro

Livro “Querido Papa Francisco” será lançado

QueridoPapaFrancisco_PortadaLibro_220116Crianças do mundo inteiro escreveram ao Papa Francisco para saber sua opinião sobre diferentes temas, como o que Deus fazia antes da criação do mundo, por exemplo.

No mês de março, estará à venda o livro “Querido Papa Francisco” no qual será possível ler as respostas a estas e outras interrogações.

O livro, um projeto da editoria Loyola Press dos jesuítas nos Estados Unidos, reúne 30 cartas de crianças entre 6 e 13 anos, de 259 recebidas enviados de 26 países diferentes, como Albânia, China, Nigéria e Filipinas.

O Pe. Antonio Spadaro, diretor da revista “La Civiltà Cattolica”, se reuniu com o Papa na Casa Santa Marta, onde o Sumo Pontífice respondeu às perguntas das crianças. “Estas perguntas são difíceis”, expressou o Santo Padre sorrindo em uma ocasião.

O texto será apresentado ao Santo Papa no próximo dia 22 de fevereiro em um encontro privado com ele, informou a Rádio Vaticano em sua edição em italiano. O livro será publicado na Itália três dias depois deste encontro e no dia 1º de março no resto do mundo.

Outra pergunta feita ao Santo Padre foi “Sabe por que alguns pais discutem?”. “Todos nós discutimos. Todos somos humanos (…). É normal”, responde o Papa. “Mas existe uma fórmula mágica para resolver estas desavenças. Os pais devem tentar nunca terminar o dia sem fazer as pazes”, acrescenta.

Em novembro do ano passado, foi publicado também na Itália o livro “Cartinhas para o Papa Francisco” (Letterine a Papa Francesco), editado pela vaticanista Alessandra Buzzetti, que teve a oportunidade de ler muitas das cartas que as crianças escreveram e enviaram ao Pontífice de diferentes lugares do mundo.

O Papa Francisco também aprovou a realização da publicação e pediu que o dinheiro arrecadado por meio das vendas do livro seja destinado a Fundação Dispensário Pediátrico de Santa Marta no Vaticano, que há noventa anos oferece assistência, inclusive médica, a crianças e recém-nascidos de famílias em dificuldade.

Mensagem do Papa Francisco para a Quaresma

Papa Quaresma

Foi publicada nesta terça-feira dia 26 de janeiro a Mensagem do Papa Francisco para a Quaresma deste ano de 2016. Partindo da passagem do Evangelho de S. Mateus que nos diz: “Prefiro a misericórdia ao sacrifício” a mensagem propõe as obras de misericórdia no caminho jubilar.

“A misericórdia de Deus é um anúncio ao mundo; mas cada cristão é chamado a fazer pessoalmente experiência de tal anúncio” – diz o Santo Padre na sua Mensagem que recorda a iniciativa dos Missionários da Misericórdia como sinal concreto da proximidade e do perdão de Deus.

“O mistério da misericórdia divina desvenda-se no decurso da história da aliança entre Deus e o seu povo Israel” – diz o Papa na sua Mensagem que sublinha que “na realidade, Deus mostra-Se sempre rico de misericórdia, pronto em qualquer circunstância a derramar sobre o seu povo uma ternura e uma compaixão viscerais, sobretudo nos momentos mais dramáticos quando a infidelidade quebra o vínculo do Pacto e se requer que a aliança seja ratificada de maneira mais estável na justiça e na verdade.”

“Este drama de amor” – escreve ainda o Papa – “alcança o seu ápice no Filho feito homem. N’Ele, Deus derrama a sua misericórdia sem limites até ao ponto de fazer d’Ele a Misericórdia encarnada.

Desta forma – salienta o Santo Padre – “em Jesus crucificado, Deus chega ao ponto de querer alcançar o pecador no seu afastamento mais extremo, precisamente lá onde ele se perdeu e afastou d’Ele”.

Segundo o Papa Francisco “a misericórdia de Deus transforma o coração do homem e faz-lhe experimentar um amor fiel, tornando-o assim, por sua vez, capaz de misericórdia. A Quaresma deste Ano Jubilar “é um tempo favorável” – escreve o Papa – “para todos poderem, finalmente, sair da própria alienação existencial, graças à escuta da Palavra e às obras de misericórdia. Se, por meio das obras corporais, tocamos a carne de Cristo nos irmãos e irmãs necessitados de ser nutridos, vestidos, alojados, visitados, as obras espirituais tocam mais diretamente o nosso ser de pecadores: aconselhar, ensinar, perdoar, admoestar, rezar. Por isso, as obras corporais e as espirituais nunca devem ser separadas” – diz o Papa na sua Mensagem para a Quaresma concluindo com um pedido e uma palavra para a intercessão de Maria, Mãe de Jesus:

“Não percamos este tempo de Quaresma favorável à conversão! Pedimo-lo pela intercessão materna da Virgem Maria, a primeira que, diante da grandeza da misericórdia divina que Lhe foi concedida gratuitamente, reconheceu a sua pequenez (cf. Lc 1, 48), confessando-Se a humilde serva do Senhor (cf. Lc 1, 38).”

Leia abaixo o texto na íntegra:

 

“Prefiro a misericórdia ao sacrifício” (Mt 9, 13)
As obras de misericórdia no caminho jubilar

  1. Maria, ícone duma Igreja que evangeliza porque evangelizada

Na Bula de proclamação do Jubileu, fiz o convite para que «a Quaresma deste Ano Jubilar seja vivida mais intensamente como tempo forte para celebrar e experimentar a misericórdia de Deus» (Misericordiӕ Vultus, 17). Com o apelo à escuta da Palavra de Deus e à iniciativa «24 horas para o Senhor», quis sublinhar a primazia da escuta orante da Palavra, especialmente a palavra profética. Com efeito, a misericórdia de Deus é um anúncio ao mundo; mas cada cristão é chamado a fazer pessoalmente experiência de tal anúncio. Por isso, no tempo da Quaresma, enviarei os Missionários da Misericórdia a fim de serem, para todos, um sinal concreto da proximidade e do perdão de Deus.

Maria, por ter acolhido a Boa Notícia que Lhe fora dada pelo arcanjo Gabriel, canta profeticamente, no Magnificat, a misericórdia com que Deus A predestinou. Deste modo a Virgem de Nazaré, prometida esposa de José, torna-se o ícone perfeito da Igreja que evangeliza porque foi e continua a ser evangelizada por obra do Espírito Santo, que fecundou o seu ventre virginal. Com efeito, na tradição profética, a misericórdia aparece estreitamente ligada – mesmo etimologicamente – com as vísceras maternas (rahamim) e com uma bondade generosa, fiel e compassiva (hesed) que se vive no âmbito das relações conjugais e parentais.

  1. A aliança de Deus com os homens: uma história de misericórdia

O mistério da misericórdia divina desvenda-se no decurso da história da aliança entre Deus e o seu povo Israel. Na realidade, Deus mostra-Se sempre rico de misericórdia, pronto em qualquer circunstância a derramar sobre o seu povo uma ternura e uma compaixão viscerais, sobretudo nos momentos mais dramáticos quando a infidelidade quebra o vínculo do Pacto e se requer que a aliança seja ratificada de maneira mais estável na justiça e na verdade. Encontramo-nos aqui perante um verdadeiro e próprio drama de amor, no qual Deus desempenha o papel de pai e marido traído, enquanto Israel desempenha o de filho/filha e esposa infiéis. São precisamente as imagens familiares – como no caso de Oseias (cf. Os 1-2) – que melhor exprimem até que ponto Deus quer ligar-Se ao seu povo.

Este drama de amor alcança o seu ápice no Filho feito homem. N’Ele, Deus derrama a sua misericórdia sem limites até ao ponto de fazer d’Ele a Misericórdia encarnada (cf. Misericordiӕ Vultus, 8). Na realidade, Jesus de Nazaré enquanto homem é, para todos os efeitos, filho de Israel. E é-o ao ponto de encarnar aquela escuta perfeita de Deus que se exige a cada judeu pelo Shemà, fulcro ainda hoje da aliança de Deus com Israel: «Escuta, Israel! O Senhor é nosso Deus; o Senhor é único! Amarás o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todas as tuas forças» (Dt 6, 4-5). O Filho de Deus é o Esposo que tudo faz para ganhar o amor da sua Esposa, à qual O liga o seu amor incondicional que se torna visível nas núpcias eternas com ela.

Este é o coração pulsante do querigma apostólico, no qual ocupa um lugar central e fundamental a misericórdia divina. Nele sobressai «a beleza do amor salvífico de Deus manifestado em Jesus Cristo morto e ressuscitado» (Evangelii gaudium, 36), aquele primeiro anúncio que «sempre se tem de voltar a ouvir de diferentes maneiras e aquele que sempre se tem de voltar a anunciar, duma forma ou doutra, durante a catequese» (Ibid., 164). Então a Misericórdia «exprime o comportamento de Deus para com o pecador, oferecendo-lhe uma nova possibilidade de se arrepender, converter e acreditar» (Misericordiӕ Vultus, 21), restabelecendo precisamente assim a relação com Ele. E, em Jesus crucificado, Deus chega ao ponto de querer alcançar o pecador no seu afastamento mais extremo, precisamente lá onde ele se perdeu e afastou d’Ele. E faz isto na esperança de assim poder finalmente comover o coração endurecido da sua Esposa.

  1. As obras de misericórdia

A misericórdia de Deus transforma o coração do homem e faz-lhe experimentar um amor fiel, tornando-o assim, por sua vez, capaz de misericórdia. É um milagre sempre novo que a misericórdia divina possa irradiar-se na vida de cada um de nós, estimulando-nos ao amor do próximo e animando aquilo que a tradição da Igreja chama as obras de misericórdia corporal e espiritual. Estas recordam-nos que a nossa fé se traduz em atos concretos e quotidianos, destinados a ajudar o nosso próximo no corpo e no espírito e sobre os quais havemos de ser julgados: alimentá-lo, visitá-lo, confortá-lo, educá-lo. Por isso, expressei o desejo de que «o povo cristão reflicta, durante o Jubileu, sobre as obras de misericórdia corporal e espiritual. Será uma maneira de acordar a nossa consciência, muitas vezes adormecida perante o drama da pobreza, e de entrar cada vez mais no coração do Evangelho, onde os pobres são os privilegiados da misericórdia divina» (Ibid., 15). Realmente, no pobre, a carne de Cristo «torna-se de novo visível como corpo martirizado, chagado, flagelado, desnutrido, em fuga… a fim de ser reconhecido, tocado e assistido cuidadosamente por nós» (Ibid., 15). É o mistério inaudito e escandaloso do prolongamento na história do sofrimento do Cordeiro Inocente, sarça ardente de amor gratuito na presença da qual podemos apenas, como Moisés, tirar as sandálias (cf. Ex 3, 5); e mais ainda, quando o pobre é o irmão ou a irmã em Cristo que sofre por causa da sua fé.

Diante deste amor forte como a morte (cf. Ct 8, 6), fica patente como o pobre mais miserável seja aquele que não aceita reconhecer-se como tal. Pensa que é rico, mas na realidade é o mais pobre dos pobres. E isto porque é escravo do pecado, que o leva a utilizar riqueza e poder, não para servir a Deus e aos outros, mas para sufocar em si mesmo a consciência profunda de ser, ele também, nada mais que um pobre mendigo. E quanto maior for o poder e a riqueza à sua disposição, tanto maior pode tornar-se esta cegueira mentirosa. Chega ao ponto de não querer ver sequer o pobre Lázaro que mendiga à porta da sua casa (cf. Lc 16, 20-21), sendo este figura de Cristo que, nos pobres, mendiga a nossa conversão. Lázaro é a possibilidade de conversão que Deus nos oferece e talvez não vejamos. E esta cegueira está acompanhada por um soberbo delírio de omnipotência, no qual ressoa sinistramente aquele demoníaco «sereis como Deus» (Gn 3, 5) que é a raiz de qualquer pecado. Tal delírio pode assumir também formas sociais e políticas, como mostraram os totalitarismos do século XX e mostram hoje as ideologias do pensamento único e da tecnociência que pretendem tornar Deus irrelevante e reduzir o homem a massa possível de instrumentalizar. E podem atualmente mostrá-lo também as estruturas de pecado ligadas a um modelo de falso desenvolvimento fundado na idolatria do dinheiro, que torna indiferentes ao destino dos pobres as pessoas e as sociedades mais ricas, que lhes fecham as portas recusando-se até mesmo a vê-los.

Portanto a Quaresma deste Ano Jubilar é um tempo favorável para todos poderem, finalmente, sair da própria alienação existencial, graças à escuta da Palavra e às obras de misericórdia. Se, por meio das obras corporais, tocamos a carne de Cristo nos irmãos e irmãs necessitados de ser nutridos, vestidos, alojados, visitados, as obras espirituais tocam mais diretamente o nosso ser de pecadores: aconselhar, ensinar, perdoar, admoestar, rezar. Por isso, as obras corporais e as espirituais nunca devem ser separadas. Com efeito, é precisamente tocando, no miserável, a carne de Jesus crucificado que o pecador pode receber, em dom, a consciência de ser ele próprio um pobre mendigo. Por esta estrada, também os «soberbos», os «poderosos» e os «ricos», de que fala o Magnificat, têm a possibilidade de aperceber-se que são, imerecidamente, amados pelo Crucificado, morto e ressuscitado também por eles. Somente neste amor temos a resposta àquela sede de felicidade e amor infinitos que o homem se ilude de poder colmar mediante os ídolos do saber, do poder e do possuir. Mas permanece sempre o perigo de que os soberbos, os ricos e os poderosos – por causa de um fechamento cada vez mais hermético a Cristo, que, no pobre, continua a bater à porta do seu coração – acabem por se condenar precipitando-se eles mesmos naquele abismo eterno de solidão que é o inferno. Por isso, eis que ressoam de novo para eles, como para todos nós, as palavras veementes de Abraão: «Têm Moisés e o Profetas; que os ouçam!» (Lc 16, 29). Esta escuta ativa preparar-nos-á da melhor maneira para festejar a vitória definitiva sobre o pecado e a morte conquistada pelo Esposo já ressuscitado, que deseja purificar a sua prometida Esposa, na expectativa da sua vinda.

Não percamos este tempo de Quaresma favorável à conversão! Pedimo-lo pela intercessão materna da Virgem Maria, a primeira que, diante da grandeza da misericórdia divina que Lhe foi concedida gratuitamente, reconheceu a sua pequenez (cf. Lc 1, 48), confessando-Se a humilde serva do Senhor (cf. Lc 1, 38).

Vaticano, 4 de Outubro de 2015.
Festa de S. Francisco de Assis
Francisco

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Fonte: Rádio Vaticana e News.va

Abertura solene da CF 2016 acontece na Facapa

Banner convite abertura CF 2016No próximo dia 10 de fevereiro, quarta-feira de cinzas, acontecerá a abertura solene, em âmbito arquidiocesano, da Campanha da Fraternidade do ano de 2016, com a presença do arcebispo metropolitano de Pouso Alegre, D. José Luiz Majella Delgado, CSsR. A solenidade está marcada para as 15 h e será realizada no Auditório da Faculdade Católica de Pouso Alegre (Facapa).

A Arquidiocese de Pouso Alegre, em comunhão com toda a Igreja do Brasil, realizará as reflexões em torno da temática proposta pela Campanha da Fraternidade 2016, cujo tema deste ano é “Casa Comum, nossa responsabilidade”.

Os membros da Comissão do Compromisso Sociotransformador (CCST), que tem como coordenador arquidiocesano o Pe. Mauro Ricardo de Freitas, estão preparando a solenidade de abertura com a intenção de partilhar as intenções da Campanha deste ano com membros do poder público, educadores, educandos e leigos e leigas da arquidiocese.Carta Convite abertura CF-2016

O objetivo da Campanha deste ano é “Assegurar o direito ao saneamento básico para todas as pessoas e empenharmo-nos, à luz da fé, por políticas públicas e atitudes responsáveis que garantam a integridade e o futuro de nossa Casa Comum”.
Tradicionalmente, o tema proposto pela Campanha norteia as reflexões durante o tempo quaresmal para os católicos. Porém, neste ano, foi pensada juntamente com outras denominações religiosas, tornando-se Ecumênica.

Na carta convite que foi enviada a toda a comunidade, Pe. Mauro Ricardo afirma “assim, abrangeremos vários segmentos de nossa sociedade, diante da relevância do assunto, já que o índice de desenvolvimento do Saneamento no Brasil foi de 0,581, inferior a vários países da América do Sul. Em nossa região, 60% da população é atendida pela distribuição de água e coleta de esgoto, e poucas cidades destinam corretamente o lixo, segundo dados do Instituto Mineiro de Gestão das Águas (IGAM)”.

 Serviço

Abertura Solene Campanha da Fraternidade 2016

Data: 10 de fevereiro (quarta-feira)

Horário: 15h

Local: Auditório da FACAPA (Faculdade Católica de Pouso Alegre)

Endereço: Av. Mons. Mauro Tommasini, 75 – Bairro São Carlos – Pouso Alegre.

Confirmação de presença até 6 de fevereiro: Por telefone (35) 3421-1248 com Cristina ou e-mail: secretariadepastoralpa@gmail.com