D. Majella ordena dois novos diáconos diocesanos

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D. Darci, Marcos Vinícius, D. Majella e Andrey. Foto Jailson Silva

Na manhã de sábado, 28 de novembro, o arcebispo de Pouso Alegre, D. José Luiz Majella Delgado, CSsR, ordenou dois novos diáconos: Andrey Cássio Nicioli Silva e Marcos Vinícius Silva.

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Marcos Vinícius e Andrey Foto: Jailson Silva

A celebração eucarística, celebrada na Catedral Metropolitana de Pouso Alegre, foi presidida por D. Majella e concelebrada pelo bispo auxiliar de Aparecida/SP, D. Darci Nicioli, e por padres da arquidiocese de Pouso Alegre e de outras dioceses. Também participaram da Missa diáconos, seminaristas, religiosos, religiosas, familiares, amigos e centenas de fiéis.

Durante o ritual de ordenação, os ordenados colocaram-se diante do Arcebispo para reafirmar seus propósitos e prostraram-se como sinal de total entrega e disposição ao projeto assumido, enquanto a comunidade cantava a ladainha dos santos. Pela imposição das mãos de D. Majella foram ordenados. Logo em seguida, os novos diáconos receberam de seus padrinhos as dalmáticas e as estolas.

Os jovens Andrey e Marcos Vinícius, agora Diáconos, assumem tão nobre missão fortalecidos com o dom do Espírito Santo e se apresentam como verdadeiros discípulos de Jesus, que não veio para ser servido, mas para servir. Ao final, os diáconos agradeceram a todos em um discurso emocionado.

Os novos diáconos escolheram como lema de sua ordenação “Meu coração ordenai para vós, ó Senhor” (Sl 85, 11b).

Encontro sobre CF 2016 reúne 63 participantes

IMG-20151130-WA0003A Comissão do Compromisso Sociotransformador (CCST) realizou no dia 29 de novembro o encontro de formação sobre a Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2016.IMG-20151130-WA0002

O arcebispo de Pouso Alegre, D. José Luiz Majella Delgado, CSsR, esteve no encontro que reuniu 63 agentes das paróquias da Arquidiocese.

Os participantes assistiram à palestra e puderam participar das reflexões propostas pela Prof.ª Suzana Coutinho, sobre o tema “Casa Comum, nossa responsabilidade”. Eles também puderam assistir a palestra de João Mauro Bernardo, que integra a Comissão.

A organização do evento coube ao coordenador da Comissão do Compromisso Sociotransformador (CCST), Pe. Mauro Ricardo de Freitas.

 

 

Arcebispo participa da Festa da Padroeira em Monte Sião

12289618_1524308197880799_2965544795374889665_nNo dia 27 de novembro, o arcebispo de Pouso Alegre, D. José Luiz Majella Delgado, CSsR, esteve em Monte Sião participando das diversas festividades em honra a Nossa Senhora da Medalha Milagrosa.

Pela manhã o arcebispo acolheu os peregrinos que voltavam de Aparecida/SP a pé. Após uma peregrinação de 5 dias, os 160 homens foram recepcionados no trevo por D. Majella, padres e toda a comunidade e juntos caminharam até o Santuário de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa.

Em seguida, aconteceu a Celebração Eucarística, com a presença de D. Majella e que foi presidida pelo Pe. Reinaldo dos Santos, que é pároco em Conceição dos Ouros e é natural de Monte Sião. Também concelebraram os padres das paróquias integrantes do setor Mogi.

Às 16h, D. Majella presidiu a missa de apresentação dos novos coroinhas da Paróquia.  No final da tarde, foi celebrada a Santa Missa Solene da Festa da Padroeira e em seguida toda a comunidade seguiu em procissão luminosa até a Praça, onde houve o Evangeliza Show, com a cantora Olívia Ferreira.

CNBB promove Campanha para a Evangelização 2015

Campanha Evangelização

Em sintonia com o Jubileu Extraordinário da Misericórdia, que acontecerá de 8 de dezembro deste ano até 20 de novembro de 2016, o Campanha para a Evangelização 2015 traz como lema “Sede Misericordiosos”. O slogan da Campanha é “Evangeli.Já”, que faz referência à palavra evangelizar e mostra a urgência da evangelização e da cooperação de todos.

O início da Campanha será na Solenidade de Jesus Cristo Rei do Universo e se estenderá até o terceiro domingo do Advento. A Campanha é uma iniciativa da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e foi criada em 1998 para servir as atividades pastorais da Igreja. É articulada pela Comissão Episcopal para a Campanha para a Evangelização da CNBB e acontece em todas as arqui (dioceses) do país.

Este ano, a mobilização nacional promoverá iniciativas que visam refletir com a comunidade sobre a importância da acolhida e do perdão. “Queremos, pois, destacar que Evangelização e Misericórdia são duas faces de uma mesma ‘moeda’: evangelizar é anunciar a misericórdia divina; fazer experiência dessa misericórdia é entrar no coração do Evangelho”, explica o arcebispo de Salvador e vice-presidente da CNBB, D. Murilo Krieger.

O lema escolhido também volta-se para o tempo litúrgico do Advento, período de preparação para o Natal, e início do Jubileu da Misericórdia. “É preciso levar em conta que no dia 8 de dezembro, o papa Francisco abrirá o Ano da Misericórdia. No domingo seguinte, quando este mesmo Ano Jubilar estiver sendo aberto nas dioceses, estaremos no ponto alto da Campanha para a Evangelização” comenta o primaz do Brasil, D. Murilo.

Durante esses anos, inúmeros projetos foram atendidos com os recursos das coletas da Campanha para a Evangelização. Dom Murilo destaca que essas iniciativas sociais são frutos dos trabalhos das dioceses por todo o Brasil.

Coleta nacional

A Campanha para a Evangelização mobiliza, anualmente, as comunidades a assumirem a responsabilidade de participar na sustentação das atividades pastorais da Igreja no Brasil.

O ponto alto da Campanha será a coleta realizada nas missas e celebrações do domingo, 13 de dezembro.  A distribuição dos recursos é feita da seguinte forma: 45% permanecem na própria diocese; 20% são encaminhados para os regionais da CNBB; e os demais 35%, para a CNBB Nacional. As doações, em caráter individual, também podem ser feitas pelo site: www.evangelija.com.

Papa Francisco encerra visita a África

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O papa Francisco chegou na manhã deste domingo, 29 de novembro, à República Centro-Africana, última etapa de sua viagem na África. Na capital Bangui, Francisco foi recebido pela chefe de Estado interina, Catherine Samba-Panza, que também é vice-presidente da Associação de Mulheres Juristas Africanas. Catherine, prefeita de Bangui durante o conflito armado ocorrido entre 2012 e 2013, foi escolhida para governar a fase de transição do país após a guerra civil até as eleições presidenciais, que deverão ocorrer no próximo mês.

Ao encontrar-se com a classe dirigente e o corpo diplomático, Francisco disse estar naquele país como “peregrino da paz e apóstolo da esperança”, em um momento em que a República Centro-Africana segue rumo à normalização de sua vida social e política. “Desejo ardentemente que as diferentes consultas nacionais que se realizarão nas próximas semanas permitam ao país entrar com serenidade em uma nova etapa de sua história”, expressou.

Na ocasião, papa recordou o lema da República Centro-Africana, “Unidade, Dignidade e Trabalho”. “Hoje, mais do que nunca, esta trilogia expressa as aspirações de todos os centro-africanos e, portanto, é uma bússola segura para as autoridades que guiam os destinos do país. (…) São três palavras cheias de significado, cada uma das quais representa mais uma obra por fazer do que um programa acabado, uma tarefa que deve ser levada adiante sem cessar”.

A respeito da unidade, Francisco disse que é um valor fulcral para a harmonia dos povos. “Trata-se de viver e construir a partir da maravilhosa diversidade do mundo circundante, evitando a tentação do medo do outro, de quem não nos é familiar, de quem não pertence ao nosso grupo étnico, às nossas opções políticas ou à nossa confissão religiosa”, completou.

Definiu a dignidade “como valor moral, sinônimo de honestidade, lealdade, garbo e honra, que caracteriza homens e mulheres conscientes tanto dos seus direitos como dos seus deveres e que os leva ao mútuo respeito”. Pediu a quem tem meios para levar uma vida decente para que procure ajudar os mais pobres a terem condições de vida respeitosas da dignidade humana. Citou o acesso à instrução, à assistência sanitária, a luta contra a desnutrição como desenvolvimento cuidadoso da dignidade humana.

A respeito do trabalho, lembrou que a República Centro-Africana está situada numa área considerada como um dos dois pulmões da humanidade, devido à riqueza de biodiversidade. “A tal propósito, a que já me referi na Encíclica Laudato si’, chamo a  atenção de todos – cidadãos, responsáveis do país, parceiros internacionais e sociedades multinacionais – para a grave responsabilidade que vos cabe na exploração dos recursos ambientais, nas opções e projetos de desenvolvimento que, de uma forma ou outra, afetam a terra inteira. O trabalho de construção de uma sociedade próspera deve ser uma obra solidária”, afirmou.

Evangelização

Francisco disse, ainda, que a “história da evangelização e a história sociopolítica do país dão testemunho do compromisso da Igreja na linha destes valores da unidade, da dignidade e do trabalho”.  Recordou os pioneiros da evangelização na República Centro-Africana e os bispos que hoje atuam no país. “Com eles, renovo a disponibilidade da Igreja presente nesta nação a contribuir cada vez mais para a promoção do bem comum, nomeadamente através da busca da paz e reconciliação”, falou.

Ao final do discurso, expressou a alegria de visitar o país, “pátria de um povo profundamente religioso, com um rico patrimônio natural e cultural”. “Nele vejo um país cumulado dos benefícios de Deus. Possa o povo centro-africano, bem como os seus dirigentes e todos os seus parceiros apreciar, no seu justo valor, estes benefícios, trabalhando sem cessar pela unidade, a dignidade humana e a paz fundada na justiça”, desejou.

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Porta Santa da Misericórdia

O Papa Francisco abriu a Porta Santa da Catedral de Bangui na tarde deste domingo. Nas palavras pronunciadas antes da abertura solene o Santo Padre declarou Bangui a capital espiritual do mundo naquele dia 29 de novembro. O Papa disse “Bangui torna-se a capital espiritual do mundo, peçamos todos paz, misericórdia, reconciliação, perdão, amor”.

Francisco deu, assim, início ao Jubileu da Misericórdia em Bangui. Em seguida celebrou a Missa na Catedral com bispos, sacerdotes, religiosos e religiosas da República Centro Africana.

O Papa Francisco rezou por todos os países que sofrem pela guerra e pediu a paz. O Sumo Pontífice pediu que todos repetissem: “doyé siriri” (dá-nos a paz).

Fonte: Rádio Vaticana e CNBB