Padre Samuel Araújo é ordenado em Santa Rita do Sapucaí

O Arcebispo Metropolitano de Pouso Alegre, Dom José Luiz Majella Delgado – C.Ss.R., presidiu a Eucaristia na qual foi ordenado presbítero o padre Samuel Araúj0 Ferreira. A celebração ocorreu na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Santa Rita do Sapucaí, na manhã deste sábado, 31. Dezenas de padres do clero de Pouso Alegre e do clero religioso concelebraram a Eucaristia. Centenas de fiéis também participaram deste momento bonito para a Igreja.

Em sua homilia, o Arcebispo, utilizando do lema escolhido pelo ordenando (“Que Ele cresça e eu diminua” – Jo 3, 30), afirmou que o padre é aquele que torna Jesus conhecido e seguido.

“A partir das leituras que acabamos de ouvir, podemos essa caminhada vocacional do nosso diácono. Ele escolheu como lema da sua ordenação uma experiência que brotou na vida de João Batista: que Ele cresça e eu diminua. Aqui nós temos um diácono que quer ser padre, que se inspira na figura de João Batista, que existe para proclamar, para ser a voz do Senhor. João Batista veio proclamar, ser a voz de Deus, mas nós sabemos que ao proclamar essa Palavra, João Batista assumiu até o martírio. Então, meu querido jovem, acolha isto na sua vida: o padre que busca sua inspiração em João Batista vai até o martírio. As leituras que ouvimos falaram de dois profetas. A experiência de Jeremias foi bela porque ele começa a falar que a sua vocação vem desde o ventre materno. No ventre materno, João Batista também escutou a voz do Senhor, quando sua mãe se encontrou com Maria, mãe de Jesus, que também estava grávida. Em Jeremias e João nós temos essa experiência: quem escuta a voz do Senhor, sempre se exulta de alegria. A missão de João Batista foi simples: tornar Jesus conhecido e seguido. Essa é a missão do padre. O homem que se coloca à serviço da igreja se dispõe a tornar Jesus conhecido e seguido. Assim devemos ser como sacerdotes. João Batista não quis, não serviu-se de Jesus, não fez de Jesus um trampolim. Assim nós também padres não devemos fazer de Jesus um trampolim para o sucesso, para a vida tranquila. Se nós queremos seguir a missão de sacerdotes, devemos fazer Jesus conhecido e seguido. Nós padres temos algo a ver com João Batista. Jesus diz que João foi o maior dos nascidos de uma mulher. Nós padres temos algo a ver com João. O maior, Jesus diz, não significa o mais importante, mas aquele que vem para servir”, afirmou.

E Dom Majella acrescentou que o padre não pode querer ser a Mensagem do Evangelho, mas deve proclamar e anunciar.

“O sentido da vida de João Batista foi indicar o outro, que é Jesus, e esse deve ser nosso sentido. No deserto ele proclamava. O que vamos encontrar no deserto? vamos encontrar corações angustiados, corações isolados. Por isso o padre é a voz da Palavra de Deus, que deve gerar vida nesses corações que vivem no deserto da solidão, da inquietação, da dúvida de sua fé. É a voz que clama no deserto. Querido filho, seja essa voz, não a Palavra. Que você anuncie Jesus Cristo, que é a Palavra. João é a luz, mas não a luz própria. Assim é o padre. Nós somos a luz, mas não a luz própria, mas indicamos jesus”, alertou.

Após a homilia, o ordenando é interrogado sobre suas intenções de colaborar com o bispo, anunciando o Evangelho de Jesus Cristo. Ao responder “sim”, afirma publicamente o propósito de aceitar os encargos, assim como jura obediência ao bispo.

Terminada a Ladainha, onde se pede a intercessão da Igreja Celeste, tem início a imposição das mãos e oração consecratória. No silêncio do coração, o bispo e todos os presbíteros presentes pedem a Deus pelo ordenando. Esse, estando de joelhos, em silêncio, o bispo impõe as mãos sobre sua cabeça, seguido pelos presbíteros. Por fim, tem a unção das mãos e a entrega do cálice e da patena, símbolos e instrumentos que indicam o ministério sacerdotal.

 

Fotos: Equipes Pascom Arquidiocesana

 

Padre Leonino Morais toma posse canônica em Tocos do Mogi

Posse9_29102015A Paróquia Nossa Senhora Aparecida, em Tocos do Mogi, acolheu oficialmente seu novo pároco, padre Leonino Morais, na noite da última quinta-feira, 29. A missa na qual ele tomou posse canônica foi celebrada pelo Arcebispo Metropolitano, Dom José Luiz Majella Delgado – C.Ss.R., e concelabrada por diversos padres. A Igreja Matriz do município ficou repleta de fiéis.

Ainda no início da celebração, após a leitura do documento de nomeação do novo pároco, padre Leonino Morais fez sua profissão de fé e juramento de fidelidade, como determina a disciplina da Igreja a todos os fiéis que são chamados a exercer um cargo em nome da Igreja. Após a Proclamação do Evangelho, feita pelo novo pároco, Dom Majella usou da imagem do Evangelho, de Jesus que chora sobre Jerusalém, para lembrar que pároco é aquele que conduzir os fiéis à Salvação.

“Ocupemo-nos da imagem que o Evangelho trouxe para nós, uma imagem que brota das palavras de Jesus. Jesus chorando sobre Jerusalém, vai dizer: ‘Jerusalém Jerusalém, quis reunir seus filhos como uma galinha reúne seus pintinhos’. Reunir os teus filhos. Um novo pároco. O que nos esperamos de um novo pároco? que ele reúna os fiéis, que ele reúna os fieis, conduzindo os fiéis a viver e a experimentar os bens da salvação. Verdade, que muitas vezes o padre vai derramar lágrimas sobre a sua comunidade paroquial e isso, se ele não fizer, há algo errado. Jesus assim fez sobre Jerusalém. Vai significar que em muitos momentos o pároco vai experimentar a incompreensão do povo, a resistência das lideranças paroquiais, vai experimentar a resistência de alguns movimentos eclesiais. Isso vai fazer com o que o padre chore, porque não esta conseguindo reunir todo o povo”, disse.

O Arcebispo também lembro que no amor, pelo testemunho e pela pregação, o pároco é aquele que mostra às pessoas a misericórdia e a ternura de Deus.

“A imagem que Jesus traz para nós nesse Evangelho de hoje quer expressar o agir de Deus: Deus ama sempre. Deus ama sempre. O novo pároco é que aquele que deve oferecer os bens da salvação aos fiéis, deve conduzir os fiéis a experimentarem essa verdade: Deus é misericórdia. Por isso, o pároco precisa ser o primeiro a testemunhar essPosse5_29102015e amor de Deus em sua vida, apesar de seus limites. Mas para que o pároco possa assim agir, precisa ser humilde, pois é a humildade que nos leva a experimentar o amor de Deus. O pároco é aquele que não apenas partilha com a comunidade e não apenas conduz a comunidade a experimentar esse amor de Deus, mas é aquele que também, na convivência diária, na comunidade paroquial, ele deverá transmitir ao povo essa ternura de Deus. O pároco é homem da Palavra de Deus. Ele está à frente da comunidade paroquial para anunciar Jesus Cristo e, anunciando Jesus Cristo, ele está anunciando a ternura de Deus”, explicou.

Após a homilia, o novo pároco foi interrogado publicamente manifestando sua disposição em cooperar com o Bispo, trabalhando em comunhão com ele e cuidando com zelo da Paróquia que lhe foi entregue, renovando, assim, suas promessas sacerdotais.

Em seguida, padre Leonino foi conduzido pelo Arcebispo até alguns pontos singulares da igreja, relacionadas à sua função de pároco, como à porta principal da igreja, ao Sacrário, ao local de atendimento das confissões e à pia batismal, além ser colocado na sede da presidência, lugar do pastor que tem a função de ensinar, santificar e governar. Feito isso, padre Leonino foi acolhido calorosamente pela sua nova comunidade paroquial.

 

Fotos e vídeo: Pascom Santuário São Francisco de Paula e Nossa Senhora de Fátima – Ouro Fino

CNBB divulga nota sobre a realidade sociopolítica brasileira

coletiva291015A Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou na quinta-feira (27), durante coletiva de imprensa, nota sobre “A realidade sociopolítica brasileira: dificuldades de oportunidades”. O texto foi aprovado pelo Conselho Permanente da instituição, que esteve reunido em Brasília, de 27 a 29 deste mês.

Na nota, a CNBB manifesta-se a respeito do momento de crise na atual conjuntura. “A permanência e o agravamento da crise política e econômica, que toma conta do Brasil, parecem indicar incapacidade das instituições republicanas que não encontram um modo de superar o conflito de interesses que sufoca a vida nacional, e que faz parecer que todas as atividades do país estão paralisadas e sem rumo”, declaram os bispos.

Confira a íntegra do texto:

A REALIDADE SOCIOPOLÍTICA BRASILEIRA
DIFICULDADES E OPORTUNIDADES

O Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunido em Brasília de 27 a 29 de outubro de 2015, comprometido com a vivência democrática e com os valores humanos, consciente de que é dever da Igreja cooperar com a sociedade para a construção do bem comum, manifesta-se acerca do momento de crise na atual conjuntura social e política brasileira.

A permanência e o agravamento da crise política e econômica, que toma conta do Brasil, parecem indicar a incapacidade das instituições republicanas que não encontram um modo de superar o conflito de interesses que sufoca a vida nacional, e que faz parecer que todas as atividades do país estão paralisadas e sem rumo. A frustração presente e a incerteza no futuro somam-se à desconfiança nas autoridades e à propaganda derrotista, gerando um pessimismo contaminador, porém, equivocado, de que o Brasil está num beco sem saída. Não nos deixaremos tomar pela “sensação de derrota que nos transforma em pessimistas lamurientos e desencantados com cara de vinagre” (Papa Francisco – Alegria do Evangelho, 85).

Somos todos convocados a assegurar a governabilidade que implica o funcionamento adequado dos três poderes, distintos, mas harmônicos; recuperar o crescimento sustentável; diminuir as desigualdades; exigir profundas transformações na saúde e na educação; ampliar a infraestrutura, cuidar das populações mais vulneráveis, que são as primeiras a sofrer com os desmandos e intransigências dos que deveriam dar o exemplo. Cada protagonista terá que ceder em prol da construção do bem comum, sem o que nada se obterá.

É preciso garantir o aprofundamento das conquistas sociais com vistas à construção de uma sociedade justa e igualitária. Cabe à sociedade civil exigir que os governantes do executivo, legislativo e judiciário recusem terminantemente mecanismos políticos que, disfarçados de solução, aprofundam a exclusão social e alimentam a violência, entre os quais o estado penal seletivo, as tentativas de redução da maioridade penal, a flexibilização ou revogação do Estatuto do Desarmamento e a transferência da demarcação de terras indígenas para o Congresso Nacional. No genuíno enfrentamento das atuais dificuldades pelas quais passa o país, não se pode abrir espaço para medidas que, de maneira oportunista, se apresentam como soluções fáceis para questões sabidamente graves e que exigem reflexão e discussão mais profundas com a sociedade.

A superação da crise passa pela recusa sistemática de toda e qualquer corrupção, pelo incremento do desenvolvimento sustentável e pelo diálogo que resulte num compromisso comum entre os responsáveis pela administração dos poderes do Estado e a sociedade. O Congresso Nacional e os partidos políticos têm o dever ético e moral de favorecer a busca de caminhos que recoloquem o país na normalidade. É inadmissível alimentar a crise econômica com uma crise política irresponsável e inconsequente.

Recorde-se que “uma sociedade política dura no tempo quando, como uma vocação, se esforça por satisfazer as carências comuns, estimulando o crescimento de todos os seus membros, especialmente aqueles que estão em situação de maior vulnerabilidade ou risco. A atividade legislativa baseia-se sempre no cuidado das pessoas” (Papa Francisco ao Congresso dos EUA). Nesse sentido, com o espírito profético inspirado na observância do Evangelho, a CNBB reitera que o povo brasileiro, os trabalhadores e, principalmente, os mais pobres não podem ser prejudicados em nome de um crescimento desigual que reserva benefícios a poucos e estende a muitos o desemprego, o empobrecimento e a exclusão.

A construção de pontes que favoreçam o diálogo entre todos os segmentos que legitimamente representam a sociedade é condição fundamental para a superação dos discursos de ódio, vingança, punição e rotulação seletivas que geram um clima de permanente animosidade e conflito entre cidadãos e grupos sociais. Esse clima belicoso, às vezes alimentado por parte da imprensa e das redes sociais, poderá contaminar ainda mais os corações e mentes das pessoas, aprofundando abismos e guetos que, historicamente, maculam nossa organização social. Ao aproximar-se o período eleitoral de 2016, é responsabilidade de todos os atores políticos e sociais, comprometidos com a ética, a justiça e a paz, aperfeiçoarem o ambiente democrático para que as eleições não sejam contagiadas pelos discursos segregacionistas que ratificam preconceitos e colocam em xeque a ampliação da cidadania em nosso país.

A corrupção se tornou uma “praga da sociedade” e um “pecado grave que brada aos céus” (Papa Francisco – O rosto da misericórdia, n.19). Acometendo tanto instituições públicas, quanto da iniciativa privada, esse mal demanda uma atitude forte e decidida de combate aos mecanismos que contribuem para sua existência. Nesse sentido, destaca-se a atuação sem precedentes dos órgãos públicos aos quais compete combater a corrupção. A contraposição eficaz à corrupção e à sua impunidade exige, antes de mais nada, que o Estado cumpra com rigor e imparcialidade a sua função de punir igualmente tanto os corruptos como os corruptores, de acordo com os ditames da lei e as exigências de justiça.

Deus nos dê a força e a sabedoria de seu Espírito, a fim de que vivamos nosso ideal de construtores do bem comum, base da nova sociedade que almejamos para nós e para as futuras gerações.

Brasília, 28 de outubro de 2015.

Dom Sergio da Rocha
Arcebispo de Brasília-DF
Presidente da CNBB

Dom Murilo S. R. Krieger
Arcebispo de São Salvador da Bahia- BA
Vice-presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília-DF
Secretário Geral da CNBB

Fonte: CNBB

CAL emite orientações para as celebrações do ciclo do Natal

ciclo do natalA Comissão Arquidiocesana de Liturgia emitiu esta semana algumas orientações sobre a vivência e celebração do ciclo de Natal. O texto é destinado aos Presbíteros, Religiosos(as), Consagrados(as), Seminaristas e todos os animadores da vida litúrgica das comunidades da Arquidiocese de Pouso Alegre. As orientações ajudam as comunidades a celebrarem o Advento; Natal, que também englobas as solenidades da Mãe de Deus, Sagrada Família, Batismo do Senhor; e Epifania.

Já na introdução, a lembrança de que a Liturgia convida a celebrar o tempo. Ela permite aos fiéis parar, sentir, refletir, meditar, rezar, viver e atualizar o Mistério! Por meio da Liturgia, entra-se no ‘Tempo de Deus’ que, por sua vez, entra no ‘nosso tempo’ e na ‘nossa história’, e santifica.

O novo ano litúrgico, ano C, proporciona a oportunidade de aprofundamento da fé e da espiritualidade litúrgica, auxiliados sobretudo pelo evangelho de São Lucas. Desde as primeiras páginas desse evangelho, Jesus é proclamado o Salvador enviado por Deus (cf. Lc 1,46b-47). É tempo de renovar a esperança e a fé na presença de Deus que visita o seu povo. Lucas apresenta uma releitura da vida e da prática de Jesus com a intenção de ajudar as comunidades cristãs a retomar o seguimento de Jesus. Acompanhando os passos de Jesus nesse evangelho, descobre-se a presença de um Deus amoroso e compassivo.

O evangelho de Lucas é conhecido como o evangelho do caminho. No caminho, Jesus transmite seus principais ensinamentos a seus seguidores e seguidoras. Seguir Jesus exige deixar-se mover pela compaixão e aproximar-se das pessoas marginalizadas e excluídas. Esse foi o caminho de Jesus, e o da pessoa cristã não pode ser diferente. Neste evangelho encontramos algumas das mais memoráveis histórias de misericórdia divina. Ao dar ênfase na misericórdia de Jesus para com pecadores e renegados, encontra-se em Lucas a “docilidade de Cristo”.

Celebrando o mistério pascal de Cristo em suas primeiras manifestações, o ciclo do Natal engloba o
tempo do Advento, como preparação, as festas do Natal que inclui a Epifania, como chegada e realização,
e o tempo do Natal, como prolongamento com as festas da Sagrada Família, de Maria, Mãe de Deus,
encerrando com a festa do Batismo do Senhor. Nele faz-se memória da vinda salvífica do Senhor, da
sua manifestação na fragilidade de nossa carne, na contingência e contradições da história,
enquanto se aguarda seu novo Natal, seu Reino, sua vinda definitiva e gloriosa no fim dos tempos.

 

Imagens: Divulgação internet

 

Clero Arquidiocesano encerra dias de estudos teológicos

MissaEncerramento7_29102015Uma missa celebrada na manhã desta quinta-feira, 29, na Capela do Seminário Arquidiocesano Nossa Senhora Auxiliadora, marcou o encerramento da atualização teológica do clero clero da Arquidiocese de Pouso Alegre. Durante três dias, os padres, diácono e seminaristas estagiários refletiram sobre a administração paroquial, visando as leis trabalhistas e tributárias, e sobre as Diretrizes Gerais da ação Evangelizadora da Igreja do Brasil, este sendo refletido pelo padre José Carlos Pereira. As questões administrativas e contábeis foram apresentadas pelas advogadas Raquel A. Arietti e Tatiane Mekaro, da empresa Tafer – Assessoria e Consultoria, de São Paulo.

  • Ao clero: Faça o download dos materiais formativos: Slide 1 e Slide 2

A partir do Evangelho da liturgia do dia (Lc 13, 31-35), o Arcebispo Metropolitano, Dom José Luiz Majella Delgado – C.Ss.R., reforçou a necessidade de que todos saiam destes dias de estudo e reflexão com ardor e disposição, como discípulos e missionários de Jesus.

“Jesus não abre mão do projeto do Pai, mas Ele assume o projeto do Pai. Ele afirma: faço curas hoje e amanhã e no terceiro dia terminarei meu trabalho. É o agir de Jesus, a ação missionária. Jesus que se coloca entre os profetas. Preciso caminhar hoje, amanhã e depois de amanhã. Não abrir mão do projeto do Pai é continuar sendo missionário”, afirmou.

Dom Majella continuou: “Após realizarmos estes três dias de estudos, esteja claro no coração de cada um o continuar da missão. Não nos deixemos ser seduzidos pelo sistema que nos envolve no mundo atual. Que possamos viver a missão hoje, amanhã e depois de amanhã, sempre com o mesmo ardor e a mesma disposição”.

A Eucaristia também marcou a celebração do aniversário natalício de Dom Majella, comemorado no último dia 19, e a vida dos padres que também fizeram aniversário no mês de outubro.