Pascom realiza segundo encontro arquidiocesano de comunicadores

70 agentes da Pastoral da Comunicação (Pascom) de diversas paróquias da Arquidiocese de Pouso Alegre se reuniram neste domingo, 30, para o II Encontro Arquidiocesano de Comunicadores. O encontro ocorreu na Escola Profissional Delfim Moreira, em Pouso Alegre. Um momento de partilha, união e reflexão sobre a comunicação realizada nas comunidades paroquiais.

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Segundo o coordenador Arquidiocesano da Pascom, o seminarista estagiário Andrey Nicioli, o grande objetivo desse encontro foi estreitar laços, possibilitar que os agentes paroquiais se conhecessem.

“Estamos utilizando o termo #FamíliaPascom para que os agentes percebem a necessidade de um se responsabilizar pelo outro. Não podemos querer caminhar divididos, cada um no sua paróquia, mas somos uma família e precisamos fazer as notícias circularem, tanto na paróquia quanto na arquidiocese. Queremos anunciar Jesus Cristo, e para isso precisamos nos preparar. Em sintonia com a Igreja no Brasil, queremos oferecer aos nossos agentes momentos de espiritualidade, de formação e de capacitação para que o anúncio seja de qualidade”, ressaltou.

11917742_163208554013785_1202810288024824052_nNo período da tarde, o encontro foi coordenador pelo diretor de projetos do Portal A12 e apresentador da TV Aparecida, padre Helder José, que a partir de sua experiência, ajudou os comunicadores a pensarem os trabalhos realizados nas paróquias.

“O mundo avançou de uma maneira muito rápida. o trabalho que a Pascom tem a exercer, trabalhar com comunicação, ao mesmo tempo que precisamos pensar no conteúdo, de maneira dinâmica e cativante, nós precisamos também muito grande, porque a formação, enquanto agentes, precisa ser muito bem pensada, porque não basta criar e tentar fazer alguma coisa, mas exige criatividade e formas aprimoradas de comunicar dentro de nossas comunidades. É necessário ter noções, é necessário ter pessoas capacitadas para isso”.

“Enquanto Pascom, nós não podemos ficar reféns somente da boa vontade do serviço voluntário que cada um presta, com todo carinho e amor. Mas é preciso investir, é preciso que nossos párocos invistam em comunicação. A sociedade da informação produz uma revolução cultural. A mídia forja uma nova cultura, que nasce antes de seus conteúdos. Não é suficiente a Igreja utilizar a mídia para difundir a mensagem cristã, mas é necessário integrar a mensagem nesta nova cultura”, afirmou.

Padre Helder também fez os participantes pensarem:

“Como nós, enquanto Igreja, nos capacitamos para usar dos meios? estamos aqui conversando sobre pastoral da comunicação, mas tenho certeza que tem um monte de coisas que vocês desconhecem, que eu desconheço. É preciso estudar muito sobre comunicação, trocarmos experiências”, disse.

Durante o encontro, os setores pastorais se reuniram e conversaram sobre os trabalhos já realizados, os medos, angústias, desafios e alegrias. Cada setor também escolheu um representante que vai auxiliar na coordenação da Pascom Arquidiocesana, juntamente com a equipe piloto, formada, além do seminarista Andrey Nicioli, por Éder Couto (Paróquia Nossa Senhora de Fátima – Pouso Alegre) e Camila Taveira (Paróquia Santo Antônio – Jacutinga).

A nova coordenação, a partir de agora, começa a estruturar o calendários para as oficinas, retiros e próximos encontros.

 

Fotos: Pascom Paróquia São Cristóvão – Pouso Alegre

Paróquia de Ouro Fino acolhe novo pároco e vigário

11899926_766335356808253_5682710777149770453_nNa noite da última quinta-feira, 27, a Paróquia São Francisco de Paula e Nossa Senhora de Fátima, em Ouro Fino, acolheu seu novo pároco, Cônego Mauro Morais, e o novo vigário paroquial, padre Agenor Roberto da Silva. A missa na qual foi dada a posse canônica foi presidida pelo Arcebispo Metropolitano, Dom José Luiz Majella Delgado – C.Ss.R., e concelebrada por diversos padres do clero de Pouso Alegre. Centenas de fiéis também participaram da celebração.

Ainda no início da celebração, após a leitura do documento de nomeação do novo pároco, cônego Mauro fez sua profissão de fé e juramento de fidelidade, como determina a disciplina da Igreja a todos os fiéis que são chamados a exercer um cargo em nome da Igreja.

Em sua homilia, recordando a memória de Santa Mônica, Dom Majella lembrou os dois exemplos deixados por essa mulher que por 33 anos rezou pela conversão do seu filho, Santo Agostinho.

“O primeiro é a persistência. A persistência da oração, a persistência de um coração de mãe que está sempre pronto, a persistência de um coração de mãe que acredita no agir de deus. Um segundo exemplo é o acreditar na hora certa. Rezar resolve sempre. Ela rezou e viu o resultado da sua oração. E podemos colocar isso no nosso coração: sermos persistentes na nossa oração.  O Evangelh0 fala da vigilância. Jesus demonstrava para nós que precisamos estar11890911_766328106808978_2514637342065079307_n vigilantes, pois não sabemos o dia nem a hora que o senhor estará nos chamando. A vigilância significa estar em prontidão e nós fortalecemos a vigilância quanto mais estamos enraizados em Jesus Cristo”, afirmou.

Segundo o arcebispo, ao empossar o novo pároco e apresentar o novo vigário, os fiéis e a Igreja esperam deles esta mesma vigilância e a mesma persistência.

“O que esperamos destes homem de Deus? que eles sejam persistentes, firmes, na fé, homens da oração, que acreditem na oração. E rezar resolve sempre. É isso que esperamos de um sacerdote. Que na sua vigilância, o padre deve estar sempre atento ao clamor do povo. Quando o povo começa a fraquejar na fé, o pároco precisa estar vigilante. Ele não pode dormir”, lembrou.

Após a homilia, o novo pároco foi interrogado publicamente manifestando sua disposição em cooperar com o Bispo, trabalhando em comunhão com ele e cuidando com zelo da Paróquia que lhe foi entregue, renovando, assim, suas promessas sacerdotais.

Em seguida, Cônego Mauro foi conduzido pelo Arcebispo até alguns pontos singulares da igreja, relacionadas à função de pároco que vai exercer, como à porta principal da igreja, ao Sacrário, ao local de atendimento das confissões e à pia batismal, além da sede da presidência, lugar do pastor que tem a função de ensinar, santificar e governar. Padre Agenor, novo vigário paroquial, que tem como missão colaborar com o pároco nestas funções, também foi conduzido por Dom Majella. Calorosamente, ambos foram acolhidos pela comunidade.

Ao final da celebração, cônego Mauro, dirigiu suas primeiras palavras à comunidade, relembrando a história da paróquia e que quer dar continuidade aos trabalhos de evangelização.

“Estamos aqui para servir e não para sermos servidos. Por isso, contamos com a indispensável e generosa colaboração de todos, em especial, de nossas lideranças que atuam nas comunidades rurais e urbanas, nas pastorais e movimentos e nos conselhos comunitários e paroquial, para que nossa paróquia esteja sempre mais em profunda sintonia com as orientações do nossos queridos pastores, o Papa Francisco e o nosso querido arcebispo D. Majella. Que nossa paróquia em saída seja mais acolhedora e missionária e com um carinho especial para com os pobres e pequenos”, discursou.

 

Mais de 3 milhões de fiéis participaram das Audiências

A Prefeitura da Casa Pontifícia revelou os números das Audiências Gerais do Pontificado do Papa Francisco. Incluída a da última quarta-feira (26/08), que foi a 100ª audiência, ao todo participaram 3.147.600 fiéis.

Em detalhes, foram 1.548.500 os presentes nas 30 audiências em 2013; 1.199.000 nas 43 audiências de 2014 e 1.400.100 nas 27 audiências realizadas em 2015. Na centésima audiência  estavam presentes mais de dez mil fiéis.

Os números referem-se somente às pessoas presentes nas Audiências com os bilhetes de acesso, retirados precedentemente, o que revela que o número total seja maior.

Fonte: Rádio VaticanaANSA853627_Articolo

CNBB emite posicionamento sobre crise política e drogas

Foto: arquivo // Presidência da CNBB - Dom Murilo, Dom Sérgio e Dom Leonardo
Foto: arquivo // Presidência da CNBB – Dom Murilo, Dom Sérgio e Dom Leonardo

Os bispos do Conselho Episcopal Pastoral (Consep) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), reunidos em Brasília entre os dias 25 e 26 de agosto se posicionaram, através de um comunicado oficial, sobre a crise que vem atingindo o Brasil e também sobre a descriminalização do uso de drogas.

Em relação ao primeiro tema, intitulada “Nota da CNBB a favor do Brasil”, os bispos afirmam que a a população brasileira acompanha, apreensiva, a grave crise que atinge o país, procurando conhecer suas origens, resistir às suas consequências e, sobretudo, vislumbrar as soluções.

“A realidade é dura e traz de volta situações que, por algum tempo, haviam diminuído significativamente como o desemprego, a inflação e a pobreza. Pagamos um alto preço pela falta de vontade política de fazer as reformas urgentes e necessárias, capazes de colocar o Brasil na rota do desenvolvimento com justiça social quais sejam as reformas política, tributária, agrária, urbana, previdenciária e do judiciário. O gasto com a dívida pública, o ajuste fiscal e outras medidas para retomada do crescimento colocam a saúde pública na UTI, comprometem a qualidade da educação, inviabilizam a segurança pública e inibem importantes conquistas sociais”, escrevem.

A CNBB entende que a corrupção que atinge a política, as relações empresariais e todos os setores da sociedade, surgem como um problema a ser enfrentado e que não pode ser tolerado.

“É urgente resgatar a credibilidade da atividade política em que seja fortalecida a cultura inclusiva e democrática,Consep3 agosto 2015 pois um ‘método que não dá liberdade às pessoas para assumir responsavelmente sua tarefa de construção da sociedade é uma chantagem’, e ‘nenhum político pode cumprir o seu papel, seu trabalho, se se encontra chantageado por atitudes de corrupção’ (Papa Francisco aos representantes da sociedade civil, no Paraguai, 11 de julho de 2015). A chantagem “é sempre corrupção”. Lamentavelmente, o cenário político brasileiro não está isento desta condenável prática”, afirmaram.

Em relação à descriminalização do uso de drogas, a Igreja no Brasil declara-se contrária a tal procedimento, ressaltando que “a dependência química representa um dos grandes problemas de saúde pública e de segurança no Brasil”.

“O uso indevido de drogas interfere gravemente na estrutura familiar e social. Está entre as causas de inúmeras doenças, de invalidez física e mental, de afastamento da vida social. A dependência que atinge, especialmente, os adolescentes e os jovens, é fator gerador da violência social, provoca no usuário alteração de consciência e de comportamento. O consumo e o tráfico de drogas são apontados como causa da maioria dos atentados contra a vida”, trouxe a carta.

Os Bispos são claros ao afirmarem que oO caminho mais exigente e eficaz, a longo prazo, é a intensificação de campanhas de prevenção e combate ao uso das drogas, acompanhado de políticas públicas nos campos da educação, do emprego, da cultura, do esporte e do lazer para a juventude e a família. O Estado seja mais eficaz nas ações de combate ao tráfico de drogas.

“A liberação do consumo de drogas facilitará a circulação dos entorpecentes. Haverá mais produtos à disposição, legalizando uma cadeia de tráfico e de comércio, sem estrutura jurídica para controlá-la. O artigo 28 da Lei 11.343, ao tratar do tema, não prevê reclusão, mas a penalização com adoção de medidas de reinserção social. Constata-se que o encarceramento em massa não tem sido eficaz. É preciso desenvolver a prática da justiça restaurativa. Isso não significa menor rigor para aqueles que lucram com as drogas”, afirmaram.

Consep discute ações para Ano da Misericórdia e ‘Laudato Si’

Consep3 agosto 2015

O Ano da Misericórdia e a encíclica do papa Francisco,’Laudato Si’, foram dois temas tratados pelos bispos do Conselho Episcopal Pastoral (Consep) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em reunião ocorrida no dia 25 de agosto.

O Ano da Misericórdia iniciará no dia 8 de dezembro e prosseguirá até 20 de novembro de 2016.  Na reunião, o Conselho Episcopal apontou diversas ações para subsidiar regionais e dioceses  nesta celebração.

Os bispos refletiram ainda sobre a forma como a encíclica do papa Francisco, ‘Laudato Si, está sendo trabalhada pelas comissões, pastorais, organismos e regionais da CNBB, e apresentaram propostas para intensificar a reflexão do texto nos diferentes campos da sociedade.

As Comissões Episcopais Pastorais irão elencar as ações já realizadas relacionadas ao Ano da Misericórdia e à encíclica Laudato Si, bem como criar iniciativas que visem dar visibilidade e provocar a reflexão na Igreja do Brasil e nos diferentes setores da sociedade brasileira.

Diretrizes Gerais

‘Também foi apresentada a proposta de elaboração de subsídios que abordem as cinco urgências das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja para o quadriênio de 2015 a 2019. Para o arcebispo de Brasília e presidente da CNBB, dom Sergio da Rocha, “seria muito bom criar pequenos subsídios para ajudar a acolher e a vivenciar as cinco urgências: missão, iniciação à vida cristã, animação bíblica, comunidade de comunidades, vida plena para todos”.

As Diretrizes Gerais foram atualizadas em abril deste ano, na 53ª Assembleia Geral da CNBB, a partir da Exortação Apostólica Evangelii Gaudium e do pronunciamento do papa Francisco aos bispos em julho de 2013, no Rio de Janeiro (RJ), por ocasião da Jornada Mundial da Juventude (JMJ).

Fonte: CNBB