Começa hoje a tradicional festa julina no bairro Cidade Jardim

Festa Julina_CiddJardimA Comunidade São Sebastião, localizada no bairro Cidade Jardim e pertencente à Paróquia Nossa Senhora de Fátima de Pouso Alegre, realiza neste final de semana, entre os dias 10 e 12 de julho, a tradicional “festa julina”, na qual a renda será revertida para a reforma do Salão Comunitário e ampliação da cozinha da comunidade.

Hoje, às 19h, todos poderão participar da oração do terço em louvor à Santo Antônio, São Pedro e São João.  Já amanhã, dia 11, às 18h, será celebrada a Eucaristia. Após os momentos religiosos todos poderão participar da quermesse e também prestigiar a dança da quadrilha.

No dia 12, domingo, a missa será celebrada às 10h. Em seguida, a comunidade se prepara para servir uma deliciosa feijoada.

A Comunidade São Sebastião está localizada na rua 09, S/N, no bairro cidade Jardim.

Ordenação de Mons. Edson acontece amanhã na Catedral

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O novo Bispo, D. Edson Oriolo

No sábado dia 11 de julho, às 15h, será realizada na Catedral Metropolitana de Pouso Alegre a ordenação episcopal do Mons. Edson José Oriolo dos Santos, nomeado pelo Papa Francisco como bispo auxiliar da Arquidiocese de Belo Horizonte/MG.

Mais de 20 bispos e arcebispos são esperados para concelebrarem a Missa Solene. Os bispos ordenantes serão D. João Bosco Óliver de Faria (arcebispo de Diamantina/MG), D. José Luiz Majella Delgado, CSsR (arcebispo metropolitano de Pouso Alegre/MG) e D. Walmor Oliveira de Azevedo (arcebispo metropolitano de Belo Horizonte/MG).

A Santa Missa será transmitida pela TV Livertas de Pouso Alegre, pela TV Arautos pela internet e pelas Rádios Difusora e Univás FM.

No domingo, dia 12 de julho, D. Edson Oriolo celebrará sua primeira missa após a ordenação. A Celebração Eucarística será às 10h30min, na Catedral Metropolitana de Pouso Alegre.

Já a Santa Missa pelo início do Ministério Episcopal de D. Edson Oriolo na Arquidiocese de Belo Horizonte será no dia 24 de julho, às 20h, na Paróquia São Cristóvão, em Belo Horizonte/MG. Após a ordenação episcopal, dom Edson Oriolo assume seu posto de bispo titular de Segia e auxiliar na Arquidiocese de Belo Horizonte.

O Lema e o Brasão Episcopais

O lema episcopal, “Evangelizare Misericordiae Divitias”, baseado na Carta de São Paulo aos Efésios (3,8), significa “Anunciar as riquezas da misericórdia”.

No brasão episcopal de Dom Edson Oriolo predominam as cores azul e vermelho. Há uma cruz em ouro, que faz alusão ao Senhor Bom Jesus Crucificado, titular da Catedral Metropolitana de Pouso Alegre, onde o bispo exerceu seBrasão Dom Edson_JPG_menoru ministério sacerdotal. O Sagrado Coração de Jesus, manifestação do “segredo mais íntimo de Deus Pai – a misericórdia” (São Vicente de Paulo) – faz-se representar sobre o vértice da cruz. Do Coração abrasado de caridade, brotam dois raios cujas cores aludem ao sangue e a água que jorram do lado aberto do Senhor Jesus (Jo 19,34), na forma dos sacramentos e das graças do Divino Espírito Santo.

As chaves decussadas, em prata, representam a Igreja, Corpo de Cristo e Povo de Deus reunido em nome da Trindade (LG4). Aludem a São Pedro e a seu sucessor, o Papa, e significam a fidelidade irrestrita ao primado romano, princípio visível de comunhão na caridade (CD2).

A flor de Lis, em prata, é referência a São José. Alude também a sua paróquia de origem e a sua cidade Itajubá/MG, da qual é o primeiro filho bispo. A estrela de sete pontas, em prata, faz alusão a Maria Santíssima, medianeira de todas as graças e instrumento especialíssimo de Deus para manifestar aos homens sua eterna Misericórdia. A estrela descansa em amplo campo que evoca o vergel do Monte Carmelo. É uma referência a Nossa Senhora do Carmo em cuja paróquia o bispo exerceu por longos anos seu primeiro paroquiato, e à qual filialmente consagra o seu ministério episcopal.

Dom Edson

O Novo Bispo

Mons. Edson é filho de José Eugênio dos Santos e Alzira Oriolo dos Santos e natural de Itajubá/MG. Nascido em 18 de setembro de 1964, foi ordenado sacerdote na Matriz de São José Operário de Itajubá, no dia 5 de maio de 1990. É formado em Filosofia pelo Seminário Nossa Senhora Auxiliadora de Pouso Alegre e em Teologia pelo Instituto Teológico Sagrado Coração de Jesus, de Taubaté/SP. O novo bispo também é mestre em Filosofia Social pela PUC Campinas.

Mons. Edson exerceu na Arquidiocese de Pouso Alegre os cargos de Vigário paroquial da paróquia São Sebastião em São Sebastião da Bela Vista, Vigário paroquial da paróquia São Francisco de Paula em Ouro Fino,  Pároco da paróquia Nossa Senhora do Carmo em Borda da Mata e Pároco da Paróquia do Bom Jesus e Cura da Catedral Metropolitana de Pouso Alegre. Além disso, exerceu a função de professor em várias disciplinas relacionadas à Filosofia no Seminário da arquidiocese de Pouso Alegre e também atuou como promotor de justiça do Tribunal Eclesiástico da Arquidiocese.

Na Paróquia do Bom Jesus desde 2007, Mons. Edson implantou a Pastoral Urbana, que o tornou referência no país sobre o tema, principalmente em Gestão Eclesiástica. É conferencista e prega retiros em diversas dioceses do país.

Padres participam do 30º Encontro de Canonistas

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Estão acontecendo em Campinas/SP o 30º Encontro da Sociedade Brasileira de Canonistas e 33º Encontro dos Servidores de Tribunais Eclesiásticos do Brasil. Participam do Encontro o Pe. Clemildes Francisco Paiva e o Pe. Ronne Peterson de Faria Oliveira, ambos da Arquidiocese de Pouso Alegre, juntamente com os canonistas e servidores de tribunais eclesiásticos de todo o país.

Os Encontros tiveram início no dia 6 de julho com uma missa, na Catedral de Campinas que foi presidida pelo Arcebispo de Campinas , Dom Airton José dos Santos, e concelebrada por Dom Sérgio de Deus, Dom Paulo Peixoto e Dom Tarcísio.

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Os temas refletidos durante o encontro aprofundam sobre o processo matrimonial em segunda instância, além da partilha enriquecedora entre os diversos servidores da justiça eclesiástica em todo Brasil, de modo especial com os juízes que colaboram em nosso tribunal, Pe. Vicente Ferreira de Lima (Diocese de Divinópolis) e Pe. Geraldo Luiz Alves Silva (Arquidiocese de Juiz de Fora).

Entre os conferencistas convidados estiveram presentes o decano da Faculdade de Direito Canônico São Paulo Apóstolo, Côn. Dr. Martin Segú Girona, e o reitor da Pontifícia Universidade Angélico de Roma, Pe. Dr. Miroslav Konstanc Adam. O encerramento dos Encontros será no sábado, dia 11 de julho.

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O Tribunal em Pouso Alegre

Na Arquidiocese de Pouso Alegre, o Tribunal Eclesiástico de Primeira Instância foi instalado em 20 de dezembro de 2010, sendo o Moderador, Dom José Luiz Majella Delgado, C.Ss.R, e o Vigário Judicial, Côn. Vonilton Augusto Ferreira. Sua sede está localizada na Cúria Metropolitana.

A intenção do Tribunal é facilitar o acesso dos fiéis desejosos em regularizar sua situação matrimonial perante a Igreja. Infelizmente ainda há muitas pessoas que desconhecem a existência desse recurso e muitos que conhecem, mas não foram instruídos devidamente sobre sua função.

Com isso, inúmeras pessoas têm sido beneficiadas com a aplicação da justiça e da caridade em seus pedidos de declaração de nulidade matrimonial e também em outras questões solicitadas pelo Moderador do Tribunal, que é o Arcebispo Metropolitano. O Tribunal administra a justiça com prudência, caridade e solicitude pastoral.

Vida para a Vida: memória de Jesus

“Repito: tendo experimentado a redenção em nossa vida pessoal e comunitária, podemos sair a pregar aos outros o que contemplamos” (Lourenço Kearns CSsR, “Ensaios sobre a Redenção”, p. 270).

É desse modo, meus jovens devotos fiéis de Maria Santíssima, que a nossa vivência pode exprimir os frutos que colhemos ao longo do caminho da Fé enquanto buscamos responder o nosso SIM ao projeto do Pai. Trata-se de um redescobrir, de um reinterpretar, assim como de um reorganizar e reviver o que somos em essência: filhos de Deus no Filho Jesus que, ao morrer por nós, deu-nos vida plena! Ele, o Cristo, é Vida para a vida.

Acostumados às quedas, é urgente o nosso reerguimento e a perseverança de prosseguir no caminho. Acovardados pelo sentimento de incapacidade, pela tormenta causada pelo medo e diante da ausência de ousadia, deixamos de nos encorajar e, envoltos pelos falsos amores, cedemos às práticas de não cuidarmos de nada e de ninguém. E nessa desregra nos incluímos. Corremos o risco grave de não cultivarmos a nossa jovialidade.vida_para_a_vida

Eis o caminho à nossa frente, perpassado pela nossa adesão a Jesus, na companhia do Senhor! Trilhá-lo nem sempre é como desejamos, pois muitas pedras, perdas, decepções, desencontros vivemos no caminho de Igreja, de comunidade cristã, de estudos e de convívio com a família. Contudo, há também flores, ganhos, admirações, descobertas e encontros. Aqui estão as memórias de Jesus em nossa existência!

É o mestre Jesus, sentido de nossa juventude, quem nos guia e nos acalenta nas tormentas da peregrinação ao céu e à santidade! A vida é isto: uma memória e não mera exaltação de egoísticas escolhas que trazem, por si só, consequências penosas.

D’Ele brota a confiança, a certeza, a amizade sem rodeios e a coerência em meio às imperfeições de nossa humanidade, pois, afinal de contas, somos um misto de oposições, uma mescla de “ser” e “não ser”, uma obra antiga, aparentemente pronta, porém inacabada, que será concluída na beatífica visão celeste, ou seja, quando nos encontrarmos face a face com Deus.

As memórias nos permitem adentrar nos mais profundos momentos da nossa história. A maior das “anamneses” – este o sinônimo de memória – é celebrar, rezar a vida e viver o que celebramos. Eis o que, sem dúvida, aperfeiçoa o humanamente concebido como “inaperfeiçoável”: o OUTRO e EU.

Todos nós estamos num mundo avesso e ao mesmo tempo correto, porém, repleto de possibilidades. A maior delas é optar por tentar nutrir o caos do cotidiano com aquilo que nos fora ensinado uma vez na última ceia: o AMOR.

Este mandamento original, em palavras e ações, nos possibilita realizar o encontro com as felizes “MEMÓRIAS DE UMA VIDA PARA A VIDA”, a vida de Cristo que perpassa o tempo, o espaço e permanece presente em nós. É a memória que fazemos todos os dias, em todas as missas, em toda a nossa juventude.

 

Pe. Leandro Luís

Paróquia Nossa Senhora de Fátima, de Pouso Alegre/MG

Artigo publicano no Portal A12, em 30 de junho de 2015.

Papa Francisco fala de inclusão social na Bolívia

 

O Papa Francisco chegou à Bolívia na quarta-feira, 8 de julho. Na cidade de La Paz, o Papa foi acolhido pelo presidente Evo Morales, representantes das instituições do país, os bispos da Bolívia e milhares de fiéis.

O Santo Padre declarou grande alegria por estar “neste país de beleza singular, abençoado por Deus nas suas distintas áreas: o planalto, os vales, as terras amazônicas, os desertos, os lagos incomparáveis.” Alegre por estar num país onde não só se fala o castelhano, mas também 36 idiomas nativos, o Santo Padre apresentou-se como hóspede e peregrino: “Como hóspede e peregrino, venho para confirmar a fé dos crentes em Cristo ressuscitado, a fim de que todos nós que acreditamos n’Ele, enquanto peregrinamos nesta vida, sejamos testemunhas do seu amor, fermento de um mundo melhor e colaboremos na construção duma sociedade mais justa e solidária” – declarou o Papa.

O Santo Padre declarou ainda que a Bolívia “tem dado passos importantes na inclusão de amplos setores na vida econômica, social e política do país” e considerou que “a coesão social requer um esforço na educação dos cidadãos”.Papa na Bolívia

Em seguida, o Papa foi a Catedral de La Paz, onde se encontrou com as autoridades da Bolívia. No seu discurso o Papa Francisco começou por afirmar que todos os presentes compartilham a vocação de trabalhar pelo bem comum, tendo citado a definição deste conceito proposta pelo documento conciliar Gaudium et Spes: “o conjunto das condições da vida social que permitem, tanto aos grupos como a cada membro, alcançar mais plena e facilmente a própria perfeição”.

Tomando como exemplo a beleza da paisagem natural e arquitetônica da cidade de La Paz, o Santo Padre recordou o conceito de ecologia integral proposto na sua Encíclica Laudato Sí.

O Santo Padre afirmou ainda que “se a política se deixa dominar pela especulação financeira, ou a economia se deixa reger apenas pelo paradigma tecnocrático e utilitarista da produção máxima, não poderão sequer compreender – e muito menos resolver – os grandes problemas que afetam a humanidade.”

É necessária “uma educação ética e moral, que cultive atitudes de solidariedade e corresponsabilidade entre as pessoas” – salientou o Papa que advertiu: “Não nos habituemos ao ambiente da desigualdade confundindo o bem comum com o bem-estar”.

O bem-estar pode levar ao consumismo – disse o Santo Padre – que por sua vez pode criar conflitos e “desintegração social”. Desta forma, os cristãos são chamados na sociedade a serem “fermento no povo”, incentivando “a germinação da espiritualidade” e o “compromisso” nas “obras sociais”.

Em particular, o Papa Francisco sublinhou o papel da família ameaçada por vários problemas sociais e por “pseudo-soluções” que evidenciam uma clara “colonização ideológica”.

Após o encontro com as autoridades da Bolívia o Papa Francisco viajou para a cidade de Santa Cruz de la Sierra.

Informações: Rádio Vaticana