Dom Darci Nicioli assume Comissão para a Comunicação

dom_darci_joseFoi eleito no segundo escrutínio para presidir a Comissão Episcopal Pastoral para Comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) o bispo titular de Tito e auxiliar de Aparecida (SP), dom Darci José Nicioli. Ele recebeu 207 votos, ultrapassando a maioria absoluta requerida de 138.

No último quadriênio 2011-2015 a comissão foi presidida por dom Dimas Lara Barbosa.

Currículo

Nascido em Jacutinga (MG) em 1959, dom Darci foi ordenado sacerdote em 1986. Estudou Filosofia na Pontifícia Universidade Católica de Campinas (SP) e Teologia no Instituto Teológico São Paulo (ITESP).  O bispo também é mestre em Teologia pelo Pontifício Ateneo St. Anselmo, de Roma.

Em novembro de 2012 foi nomeado bispo auxiliar de Aparecida (SP) pelo papa Bento XVI, tornando-se à época o bispo brasileiro mais jovem.

Seu lema episcopal é “Que a tua luz brilhe”.

Fonte: CNBB

 

Fotos: Celebração dos 25 anos de ordenação episcopal de Dom Ricardo

O Arcebispo emérito de Pouso Alegre, Dom Ricardo Pedro Chaves Pinto Filho, O. Praem, celebrou 25 anos de ordenação episcopal na manhã desta terça-feira, dia 21 de abril, às 10h, com solene Celebração Eucarística em Ação de Graças na Catedral Metropolitana de Pouso Alegre, MG.

A celebração contou com a presença de alguns bispos, dos padres e seminaristas, de religiosas, amigos e fiéis de nossa Arquidiocese.
Dom Ricardo recebeu muitas manifestações de carinho e se sentiu muito emocionado e feliz. A Santa Missa teve transmissão ao vivo da TV Libertas.

Confira algumas fotos da celebração e confraternização:

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Fotos: Pascom Santuário de Ouro Fino/ Dalila de Jesus Lopes

CNBB elege presidente, vice-presidente e secretário geral.

As eleições para os cargos de presidente, vice-presidente, secretário geral foram realizas hoje, 20 de abril.

 Podem votar somente os membros efetivos da Conferência dos Bispos, ou seja, os bispos diocesanos e coadjutores, bispos auxiliares, bispos titulares que exerçam um ofício especial, confiado pela Santa Sé ou pela CNBB, além dos prelados das Igrejas orientais católicas. De acordo com dados da Conferência, do mês de abril, há 313 bispos na ativa, incluindo os cardeais e arcebispos.

O novo Presidente da CNBB

Dom Srgio da Rocha 1 640x629O arcebispo de Brasília (DF), dom Sérgio da Rocha, foi eleito na manhã desta segunda-feira, 20, como presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O novo presidente foi escolhido ainda no primeiro escrutínio, após receber 215 votos, superando assim os 196 que corresponderam aos dois terços necessários para a eleição.

Currículo de dom Sérgio

O arcebispo de Brasília e novo presidente da CNBB nasceu em Dobrada, no estado de São Paulo, em 1959 e foi ordenado presbítero na Matriz do Senhor Bom Jesus de Matão (SP) em 1984.

Foi nomeado bispo pelo papa João Paulo II em 2001, como auxiliar de Fortaleza (CE) e sua ordenação episcopal foi realizada em agosto do mesmo ano, na Catedral de São Carlos (SP), pelos bispos ordenantes dom José Antônio Aparecido Tosi Marques, dom Joviano de Lima Júnior e dom Bruno Gamberini.

Em janeiro de 2007 o papa Bento XVI o nomeou como arcebispo coadjutor da arquidiocese de Teresina (PI). Também pelo papa Bento XVI, em 2011, foi nomeado para arcebispo metropolitano de Brasília.

Dom Sérgio estudou Filosofia no Seminário de São Carlos (SP) e Teologia na Pontifícia Universidade de Campinas (SP). O arcebispo é mestre em Teologia Moral pela Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção (SP) e doutor pela Academia Alfonsiana da Pontifícia Universidade Lateranense, em Roma.

Dom Sérgio tem como lema episcopal “Omnia in Caritate” – “Tudo na caridade”

Vice-presidente da CNBB

Dom Murilo eleitoO arcebispo de Salvador (BA) e primaz do Brasil, dom arcebispo Murilo Sebastião Krieger, foi eleito vice-presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), na tarde desta segunda-feira, 20 de abril, durante a 53ª Assembleia Geral da CNBB, em Aparecida (SP). O novo vice-presidente foi escolhido por maioria absoluta, no terceiro escrutínio, após receber 199 do total de 286 votos válidos.

Com o lema episcopal “Deus é amor” (Deus caritas est), dom Murilo é o 15º vice-presidente eleito em Assembleia Geral, para o quadriênio de 2011 a 2019. Durante a 49º Assembleia Geral da CNBB de 2011, foi eleito membro da Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Campanha para a Evangelização da CNBB.

Dom Murilo é autor de dez livros publicados por editoras nacionais, entre eles destaca-se sua última obra “Anunciai a Boa Nova” e “Alegre-se: Deus é amor”.

Vida e formação

Dom Murilo é natural de Brusque (SC), nascido em 19 de setembro de 1943. Estudou Filosofia em Brusque de 1964 a 1965 e Teologia no Instituto Teológico SCJ, em Taubaté de 1966 a 1969. É licenciado em Letras (Português), na Faculdade de Filosofia Nossa Senhora Medianeira, em São Paulo. Frequentou cursos de espiritualidade em Universidades Pontifícias de Roma, em 1980.

Após o noviciado, ingressou na Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus, professando os votos religiosos a 2 de fevereiro de 1964. No dia 7 de dezembro de 1969 foi ordenado sacerdote em Brusque (SC). Foi pároco da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, em Taubaté no ano de 1970.

Trajetória no episcopado

Em 1985, o papa João Paulo II o nomeou bispo auxiliar de Florianópolis (SC). Foi ordenado bispo em sua cidade natal, no dia 28 de abril de 1985. Esteve como bispo de Ponta Grossa (PR) de 1991 a 1997, presidente do regional Sul 2 da CNBB, por dois mandatos, de 1995 a 1999 e 1999 a 2000.

Em 1997, o papa João Paulo II o nomeou arcebispo de Maringá (PR) e, no ano de 2002, tornou-se arcebispo de Florianópolis. No dia 12 de janeiro de 2011, o papa Bento XVI o nomeou arcebispo de São Salvador (BA), com posse no dia 25 de março do mesmo ano.

Secretário Geral

dom leonardo 53agcnbbO episcopado brasileiro, reunido em Aparecida (SP), de 15 a 24 de abril, por ocasião da 53ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), reelegeu nesta segunda-feira, 20, o bispo auxiliar de Brasília (DF), dom Leonardo Steiner, como secretário geral da entidade. O bispo foi reeleito no segundo escrutínio, após receber 228 votos, ultrapassando assim, os 194 que corresponderam aos dois terços necessários para a eleição

Em 2011, durante a 49ª Assembleia Geral da CNBB, dom Leonardo Steiner foi eleito secretário geral da entidade, tendo como missão implantar e dinamizar as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora (2011-2015) nas dioceses na Igreja no Brasil.

Com o lema “Verbo feito carne”, dom Leonardo foi nomeado bispo em 02 de fevereiro de 2005, pelo papa João Paulo II. Natural de Forquilhinha (SC), nasceu em 06 de novembro de 1950, filho de Leonardo Steiner e Carlota Arns Steiner.

Dom Leonardo possui mestrado e doutorado em Filosofia, ambos concluídos na Pontifícia Universidade Autonianum, em Roma. É formado em diversos cursos de licenciatura como em Filosofia, Letras, Administração Escolar, Orientação Educacional, Supervisão Escolar e Magistério, e bacharel em Pedagogia pela Universidade Sagrado Coração (USC).

Perfil e missão

Foi bispo prelado de São Félix (MT), ordenado presbítero em 1978, em Forquilhinha e bispo em Blumenau (SC). Dom Leonardo estudou Filosofia e Teologia no Instituto Franciscano de Filosofia e Teologia da Província Franciscana da Imaculada Conceição, em Petrópolis (RJ).

Em sua trajetória presbiteral, dom Leonardo atuou como professor e orientador educacional no colégio dos Meninos Cantores de Petrópolis de 1976 a 1977; mestre dos postulantes, professor e orientador educacional no Seminário Santo Antônio, mestre dos Noviços e mestre dos Irmãos de profissão temporária, vigário paroquial junto às paróquias de São Benedito, Guaratinguetá, São Paulo Apóstolo, Agudos e São Francisco (todas em São Paulo) e Rodeio (SC).

Foi secretário para a Formação e Estudos da Província da Imaculada Conceição, conselheiro espiritual das equipes de Nossa Senhora. Também exerceu o cargo de vigário paroquial da paróquia do Senhor Bom Jesus dos Perdões, na arquidiocese de Curitiba (PR) e professor na Faculdade de Filosofia São Boaventura, da Associação Bom Jesus.

Trajetória no episcopado

Dom Leonardo foi bispo de São Félix (MT), de 2005 a 2011; vice-presidente do regional Oeste 2 da CNBB, de 2008 a 2011; membro da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, de 2008 a 2011; bispo referencial para os Presbíteros, o Conselho Indigenista Missionário (CIMI) e  a Juventude, também no regional Oeste 2. Em 2011, dom Leonardo Steiner foi eleito secretário geral da CNBB.

Dom Majella participa de apresentação do Projeto Rota 300

rota300O projeto “300 anos de bênçãos: com a mãe Aparecida, juventude em missão” foi apresentado oficialmente aos bispos brasileiros na manhã deste sábado (18), na 53ª Assembleia Geral da CNBB. Além do presidente da Comissão Episcopal para a Juventude, Dom Eduardo Pinheiro, conduziram a apresentação o referencial da juventude no Regional Centro Oeste e atual Arcebispo de Pouso Alegre, no Regional Leste II, Dom José Luiz Majella, e o jovem da Pastoral da Juventude Estudantil (PJE), Iago Ervanovite, que representou a coordenação da Pastoral Juvenil Nacional.

Dom Eduardo falou sobre como o “Rota 300” – nome de apresentação do projeto – se relaciona em sintonia com o Jubileu promovido pelo Santuário Nacional, sendo algo direcionado aos jovens e assumido pela Comissão. Para isso, o apoio dos bispos de todas as regiões é fundamental. “Esse projeto tem a finalidade de potencializar o trabalho com a juventude lá na diocese. Então os bispos precisam conhecer bastante o projeto, vestirem a camisa e passarem isso aos seus padres, religiosos e adultos que têm um compromisso sério em suas realidades”, reforçou.

Um pouco antes do momento, o arcebispo de Aparecida (SP) e presidente da CNBB, Dom Raymundo Damasceno, introduziu o tema explicando aos bispos o Jubileu “300 anos de bênçãos”, do Santuário Nacional de Aparecida e que recebe o apoio da Igreja do Brasil. Segundo Dom Damasceno, as dioceses são chamadas a viverem com intensidade esse momento, com eventos e a peregrinação da imagem de Nossa Senhora Aparecida em suas realidades eclesiais.

“O projeto agora sai das nossas mãos e chega até os bispos, então podemos dizer que é a fase do encantamento. Aquilo que já nos encantou, a que já estamos convencidos, é o que queremos sensibilizar os bispos, de que este encantamento jovem é uma realidade que precisa acontecer nas dioceses. Esperamos que o projeto tenha sensibilizado o coração dos bispos para eles sentirem que o Rota 300 não é apenas da juventude, é de toda a Igreja”, explicou Dom José Luiz Majella, sobre a importância do momento de apresentação na Assembleia Geral.

A receptividade dos bispos ao projeto já foi sentida pelo jovem Iago, que falou sobre o cronograma e deu outras considerações gerais. Cartilhas com as informações foram distribuídas entre os presentes e a atenção que os bispos deram à apresentação foi considerada positiva. “Do palco era possível perceber eles prestando muita atenção, acompanhando os slides e lendo a cartilha, procurando saber como fazer o projeto acontecer”, descreveu após receber aplausos pela explicação.

O projeto

Para celebrar os 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida, a Comissão Episcopal Pastoral para Juventude, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), promove o projeto “300 anos de bênçãos: com a mãe Aparecida, juventude em missão”. Uma das primeiras ações será uma vigília no Santuário Nacional, voltada aos jovens, nos dias 18 e 19 de abril.

A celebração dos 300 anos da aparição de Nossa Senhora é uma iniciativa da coordenação do Santuário Nacional, e do Conselho Pastoral da CNBB (Consep). O projeto, fundamentado no Documento 85, inspirado pelo dinamismo missionário da JMJ e pelas conclusões do Encontro de Revitalização da Pastoral Juvenil (2013), se realizará a partir da peregrinação da Imagem de Nossa Senhora Aparecida, pelas mãos dos jovens, nas dioceses brasileiras, no período de 2015 a 2017.

De acordo com o assessor da Comissão, padre Antonio Ramos, a ideia de uma programação que contemple o jovem surgiu de uma reunião da coordenação nacional da Pastoral Juvenil, onde se observou a necessidade de se dar continuidade ao projeto de revitalização, e fomentar o espírito de missão, assim como aconteceu no Bote Fé, que antecedeu a JMJ Rio 2013.

Ele explica que o trabalho da Comissão para esses 300 anos parte dos três eixos propostos pelo Encontro Nacional de Revitalização, que aconteceu em 2013: missão, capacitação e estrutura de acompanhamento.

Para cada eixo, serão formulados subsídios e dinâmicas de diferentes formatos, que se completam. “Esperamos dar continuidade ao projeto de revitalização e chegar em 2017 mais fortalecidos na evangelização da juventude”, destaca o assessor.

Fonte: jovensconectados.com.br