Missa em Ação de Graças pela pela vida e missão de Dom Ricardo em nossa Arquidiocese

domricardo6Na noite de 30/06, na Catedral Metropolitana, foi celebrada uma missa em Ação de Graças pelos 47 anos de Vida Sacerdotal e pelos quase 18 anos de trabalhos frente a nossa Arquidiocese de Dom Ricardo Pedro.

Estiveram presentes, Padres, Seminaristas, Religiosas, Autoridades e membros das várias Paróquias da Arquidiocese.

Dom Ricardo agradeceu a todos pela presença e em especial a Deus por tudo que lhe foi concedido desde o início de sua existência.
Após a comunhão Dom Ricardo foi homenageado por uma casal da Equipe de Nossa Senhora e também pelo Pe. Leandro, Reitor do Seminário que, falou e nome de todo o Clero.

A celebração foi transmitida pela WebRadio 13 de Maio ,Rádio Difusora de Pouso Alegre 710Khz AM, Rádio Paraisópolis 1490 Khz AM.

Confira mais fotos aqui!

Fonte: https://www.facebook.com/santuario.ourofino

Fotos: Dalila de Jesus Lopes


Dom Majella recebe a imposição do "pálio" pelas mãos do Papa Francisco

Dom José Luiz Majella Delgado, C.Ss.R, recebeu hoje, em Missa presidida pelo Papa Francisco na Basílica de São Pedro no Vaticano, a imposição do “Palio”. A Santa missa teve inicio às 9h30 horário do Vaticano (4h30 da manhã, horário de Brasilia).

DomMajella

 

Confira o momento da imposição do “pálio” no video abaixo:

Confira o também o vídeo completo da Santa Missa da Solenidade de São Pedro e São Paulo, durante a qual Dom Majella recebeu a imposição do “pálio” .

Solenidade do Sagrado Coração de Jesus

sagrado coraçãoCelebramos hoje, dia 27 de junho, a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus. Com esta solenidade a Mãe Igreja, em todo o mundo, é convidada a fazer a sua jornada mundial de orações pelos sacerdotes.

O culto litúrgico ao Sagrado Coração de Jesus na sexta-feira seguinte ao Corpus Christi teve início no século XVII, com São João Eudes († 1680) e Santa Margarida Alacoque († 1690), embora a devoção remonte aos séculos XIII e XIV, recebendo a primeira aprovação pontifícia um século mais tarde. Em 1856, o papa Pio IX estendeu a festa a toda a Igreja, e em 1928 Pio XI lhe deu a máxima categoria litúrgica. A reforma pós-conciliar renovou profundamente seus textos, com base no formulário da missa composto por ordem de Pio XI. Sabemos, porém, que o que essa devoção nos anuncia vem da revelação: o amor de Deus anunciado a nós por Jesus Cristo Nosso Senhor, que deu sua vida por todos nós.

Para o Papa Bento XVI, o culto ao Sagrado Coração de Jesus confunde-se com a história do Cristianismo. Ao compreendermos que o mistério do amor de Deus sobre nós é conhecido por meio da manifestação deste amor de forma mais profunda na Encarnação e também na Paixão e morte de Jesus na Cruz. Ensina o Papa Emérito: “Por outro lado, esse mistério do amor de Deus por nós não constitui só o conteúdo do culto e da devoção ao Coração de Jesus: é, ao mesmo tempo, o conteúdo de toda verdadeira espiritualidade e devoção cristã. Portanto, é importante sublinhar que o fundamento dessa devoção é tão antigo como o próprio cristianismo. De fato, só se pode ser cristão dirigindo o olhar à Cruz de nosso Redentor, “a quem transpassaram” (João 19, 37; cf. Zacarias 12, 10)”.

Assim, a devoção ao Sagrado Coração de Jesus dá-se não só pelo mero cumprimento devocional, mas como um profundo mergulhar na vivência radical do Evangelho. Inserindo-se no coração aberto de Jesus, inseri-se na vida de Cristo e na união de vontades, e tem como fruto uma relação viva entre Deus e o homem.  Ensina o Papa emérito que: “A resposta ao mandamento do amor se faz possível só com a experiência de que este amor já nos foi dado antes por Deus (cf. encíclica «Deus caritas est», 14). O culto do amor que se faz visível no mistério da Cruz, representado em toda celebração eucarística, constitui, portanto, o fundamento para que possamos converter-nos em instrumentos nas mãos de Cristo: só assim podemos ser arautos críveis de seu amor. Esta abertura à vontade de Deus, contudo, deve renovar-se em todo momento: «O amor nunca se dá por “concluído” e completado» (cf. encíclica «Deus caritas est», 17).

Acho oportuno que neste mês de junho, em preparação para a festa do Sagrado Coração de Jesus, façamos um esforço de conhecer, ler, estudar e meditar a Carta Encíclica Haurietis Aquas, do Sumo Pontífice Papa Pio XII, sobre o culto do Sagrado Coração de Jesus.

O Papa Pio XII ensinou, com propriedade, que, também a Igreja e os sacramentos são dons do sagrado coração de Jesus. Diz o Papa: “Não se pode, pois, duvidar de que, participando intimamente da vida do Verbo encarnado, e pelo mesmo motivo sendo, não menos do que os demais membros da sua natureza humana, como que instrumento conjunto da Divindade na realização das obras da graça e da onipotência divina,(28), o Sagrado Coração de Jesus é também símbolo legítimo daquela imensa caridade que moveu o nosso Salvador a celebrar, com o derramamento do seu sangue, o seu místico matrimônio com a Igreja: “Sofreu a paixão por amor à Igreja que Ele devia unir a si como esposa”.(29) Portanto, do coração ferido do Redentor nasceu a Igreja, verdadeira administradora do sangue da redenção, e do mesmo coração flui abundantemente a graça dos sacramentos, na qual os filhos da Igreja bebem a vida sobrenatural, como lemos na sagrada liturgia: “Do coração aberto nasce a Igreja desposada com Cristo… Tu, que do coração fazes manar a graça”.(30) A respeito desse símbolo, que nem mesmo dos antigos Padres, escritores e eclesiásticos foi desconhecido, o Doutor comum, fazendo-se eco deles, assim escreve: “Do lado de Cristo brotou água para lavar e sangue para redimir. Por isso, o sangue é próprio do sacramento da Eucaristia; a água, do sacramento do Batismo, o qual, entretanto, tem força para lavar em virtude do sangue de Cristo”.(31) O que aqui se afirma do lado de Cristo, ferido e aberto pelo soldado, cumpre aplicá-lo ao seu coração, ao qual, sem dúvida, chegou a lançada desfechada pelo soldado, precisamente para que constasse de maneira certa a morte de Jesus Cristo. Por isso, durante o curso dos séculos, a ferida do coração sacratíssimo de Jesus, morto já para esta vida mortal, tem sido a imagem viva daquele amor espontâneo com que Deus entregou seu Unigênito pela redenção dos homens, e com o qual Cristo nos amou a todos tão ardentemente que a Si mesmo se imolou como hóstia cruenta no Calvário: “Cristo amou-nos e ofereceu-se a Deus em oblação e hóstia de odor suavíssimo” (Ef 5, 2) “(Cf. Haurietis Aquas, 39).

A Igreja estima muito a devoção ao Sagrado Coração de Jesus e, particularmente o Apostolado da Oração nos matricula na escola do Coração de Cristo, porque a Igreja e todos os batizados são dons do Sagrado Coração de Jesus. A ternura e a acolhida de Cristo para com todos deve ser o apanágio de nossa devoção ao Coração de Cristo, que sempre acolheu e nos ensina a acolher e a evangelizar.

Portanto, prestar culto ao Sagrado Coração de Cristo significa adorar aquele Coração que, depois de nos ter amado até o fim, foi trespassado por uma lança e do alto da Cruz derramou sangue e água, fonte inexaurível de vida nova.

A festa do Sagrado Coração é também o Dia Mundial pela Santificação dos Sacerdotes, ocasião propícia para rezar a fim de que os presbíteros nada anteponham ao amor de Cristo. Que nossos sacerdotes possam, a exemplo do que representa a imagem do Sagrado Coração de Jesus, lançar a sua mão direita, aberta para o infinito, convocando todos os que estão à margem para procurarem o Coração de Cristo, que é a Igreja. E nossas mãos esquerdas, a exemplo da imagem do Sagrado Coração, sejam sempre dirigidas, com nossos atos, para o Coração de Cristo, que a todos nós acolhe, ama, perdoa e nos fortaleza na missão de testemunhar o Ressuscitado!

Levemos o amor do Coração de Cristo às periferias e que nossas lideranças e clero promovam uma nova evangelização.

Sagrado Coração de Jesus, temos confiança em vós!

Falecimento do Pai do Pe. Vanildo de Paiva

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“Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá; e quem vive e crê em mim, não morrerá eternamente”. (João 11,25-26)

Comunicamos o falecimento de José Olímpio de Paiva, pai do Pe. Vanildo de Paiva nesta madrugada. O corpo está sendo velado no Velório Municipal. A celebração da missa exequial será às  às 16h na Matriz de Sant’Ana em Silvianópolis, MG.

É na firme esperança da ressurreição que expressamos nossos sentimentos nesse momento da passagem do querido pai de nosso irmão no ministério Pe. Vanildo.

“Para tudo há uma ocasião certa; há um tempo certo para cada propósito debaixo do céu: Tempo de nascer e tempo de morrer, tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou, tempo de matar e tempo de curar, tempo de derrubar e tempo de construir, tempo de chorar e tempo de rir, tempo de prantear e tempo de dançar, tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntá-las, tempo de abraçar e tempo de se conter, tempo de procurar e tempo de desistir, tempo de guardar e tempo de jogar fora, tempo de rasgar e tempo de costurar, tempo de calar e tempo de falar, tempo de amar e tempo de odiar, tempo de lutar e tempo de viver em paz.

(Ecl 3,1-8)

Depois de um mês de sofrimento, nesta madrugada meu pai descansou em Deus! Nossa familia agradece a todos pelas orações”.

Pe. Vanildo de Paiva

Livro: O processo de formação da identidade cristã

livrocatequeseO livro “O processo de formação da identidade cristã: roteiros e reflexões para retiros e formação de catequistas com inspiração catecumenal” é um livro escrito por Pe. Vanildo de Paiva, Marlene Silva e Rita de Cássia Rezende, que se propõe ser um auxílio importante na tarefa que as comunidades eclesiais têm na formação de seus catequistas. Ao refletir sobre temas clássicos da espiritualidade cristã – tais como a sede de Deus, a conversão, a profissão da fé, a vida comunitária –, de maneira orante e celebrativa, ele se coloca como um instrumento bastante útil e significativo para a meditação do catequista acerca da própria vocação e vivência cristã, bem como sugere um itinerário espiritual a ser percorrido com os seus catequizandos no processo de iniciação à vida cristã.

Você pode degustar o livro aqui

É possível também adquirir o livro online aqui