Consolação em festa! Tem início celebração da Padroeira

O município de Consolação inicia nesta sexta-feira, 31, a novena em preparação a festa da Padroeira, Nossa Senhora da Consolação, celebrado no dia 09 de setembro. O tema escolhido este ano para as reflexões é Maria, alegria dos humildes”. Cada noite, um sacerdote é convidado para presidir a celebração e ajudar os fieis a rezarem.

Todos os dias, à partir das 18h, ocorre a oração do Ângelus e reza do terço. Às 18h45, celebra-se o ofício solene de Nossa Senhora e a apresentação das intenções particulares, seguida da Missa, às 19h.

A programação social ocorre todas as noites, com quermesse e sorteio de prendas e assados.

 

 

Paróquia de Fátima encerra segunda fase das Missões em Família

Comunidades Cascalho e Doroteia

As 33 comunidades urbanas e rurais da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Pouso Alegre (MG), vivem o tempo das Santas Missões Redentoristas. O lema missionário “unidos em Cristo, com Maria, para viver e crescer em comunidade” retrata fielmente o que muitas pessoas experimentaram durante todo o mês de agosto, com a realização dos encontros nas famílias.

Em toda a paróquia foram formados 102 setores missionários, com até 30 famílias cada um. Todos os dias elas se reúnem diante do andor de Nossa Senhora para rezar e partilhar a Palavra de Deus e experimentar a alegria de viver em comunidade, como conta a paroquiana Cida Tosta Fagundes. “Estamos muito felizes. Em nosso setor os encontros têm sido uma bênção. As Santas Missões estão propiciando um conhecimento dos vizinhos que não tínhamos. Estamos nos fortalecendo na partilha e na oração em comunidade”, conta.

Este tempo forte de evangelização tem trazido muitas pessoas de volta a vida

Comunidades N.S.Aparecida e Cervo

paroquial, como relata Patrícia Beraldo da Silva.

“Através dos nossos encontros sinto que hoje sou outra pessoa, transformou a minha vida, me deu ânimo para seguir em frente e participar mais da minha comunidade”, explica.

“Estamos com o coração cheio de esperança de que este tempo abençoado das Santas Missões produzam frutos de conversão, crescimento na fé, reanimação do ardor missionário e alegria de viver em comunidade, nossa vocação de discípulos missionários”, comenta o padre Marco Aurélio Gubiotti, pároco de Fátima.

 

Veja mais fotos

Comunidade Pousada dos Campos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Comunidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Comunidade Santa Rita de Cássia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Comunidades São José e Cava

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Comunidades Cascalho e Doroteia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Reportagem e fotos: Pascom/Paróquia de Fátima PA

Arquidiocese lançará livro sobre os 50 anos de sua história

Uma história a ser guardada e lembrada por todos. Para contar fatos marcantes e também um pouco da história de todas as suas paróquias, a Arquidiocese de Pouso Alegre vai lançar no dia 14 de setembro, durante o primeiro dia da Novena em preparação à Celebração do Jubileu, o livro “Arquidiocese de Pouso Alegre – 50 anos”.

“Esse livro conta com os registros históricos destes 50 anos de evangelização no Sul de Minas”, lembrou o Vigário Geral, Monsenhor Vonilton Augusto Ferreira.

O livro estará á venda durante todos os dias da Novena na Catedral Metropolitana e poderá ser adquirido pelos fieis.

A Novena em preparação ao Jubileu ocorre entre os dias 14 e 22 de setembro, na Catedral Metropolitana, sempre às 19h. No dia 23, data do Jubileu, a Solene Celebração Eucarística ocorre às 16h30, também na Catedral.

História
A Diocese de Pouso Alegre foi criada pelo Papa Leão XIII com o Decreto Consistorial de desmembramento e criação do novo bispado, no dia 4 de agosto de 1900. Foi desmembrada das Dioceses de Mariana e São Paulo. Seu primeiro bispo diocesano foi Dom João Batista Corrêa Nery, sucedido por D. Antônio Augusto de Assis e Dom Octávio Chagas de Miranda. Em 1960 assumiu Dom José D’Angelo Neto como quarto bispo e em 1962 foi elevado a arcebispo com a criação da nova província eclesiástica.

Em 14 de abril de 1962 foi elevada à Arquidiocese pelo Papa João XXIII com a Bula “Qui tanquam Petrus”. A instalação da Arquidiocese de Pouso Alegre se deu aos 23 de setembro de 1962.

O primeiro Arcebispo foi Dom José D’Angelo Neto, que havia chegado como quarto bispo diocesano e foi elevado a arcebispo em 1962, e governou a Arquidiocese por 30 anos. Com seu falecimento e após período de vacância, assumiu o 2º Arcebispo Dom João Bergese, que foi nosso pastor por 6 anos. Há 15 anos está à frente desta Arquidiocese Dom Ricardo Pedro Chaves Pinto Filho, OPraem.

Nossa Província eclesiástica abrange grande parte do sul de Minas, formada por três dioceses: Pouso Alegre, Campanha e Guaxupé.

Dom Orani esclarece objetivos da JMJ Rio 2013 no Brasil

Durante a coletiva de imprensa, realizada na manhã desta quarta-feira, 29, o arcebispo da Arquidiocese do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, e o coordenador geral da JMJ, Monsenhor Joel Amado, falaram sobre a importância da jornada e seu legado para a juventude do Brasil e do mundo.

Também participaram da mesa, o presidente do Banco Santander no Brasil, Marcial Portela (que liderou a estruturação tecnológica das inscrições) e a diretora do Setor de Inscrições, Irmã Shaiane Machado.

Ao responderem as perguntas feitas por jornalistas de diversos meios de comunicação, presentes na coletiva, ambos foram convictos ao afirmar que a Jornada Mundial da Juventude, entre os grandes eventos que o Rio de Janeiro vai sediar, é um dos mais importantes eventos, pois deixa um legado de fé e esperança para o jovem transformar sua realidade, seja no Brasil ou no país de onde veio.

“A JMJ é um evento muito maior do que se pode perceber. Na sequência dos eventos que marcam o país, a jornada é o maior de todos os eventos. Ela envolve número maior de pessoas, grau de concentração de pessoas muito grande, tem a capacidade de semear e deixar um conjunto de semeados. Toda a cidade está envolvida na jornada que vai acontecer com momentos de catequeses, conferências, interações com comunidades do Rio além de 20 palcos com apresentações religiosas e culturais” afirmou coordenador geral da JMJ, Monsenhor Joel Amado.

Jornalistas também fizeram perguntas relacionadas aos desafios logísticos para receber os cerca de 2 milhões de jovens que devem se reunir no Rio de Janeiro por conta da JMJ.

Ao ser questionado sobre a imagem que o COL pretende passar do Brasil para o mundo através da Jornada, Dom Orani falou sobre o objetivo principal da JMJ e a preocupação central com o objetivo maior da jornada.

“A preocupação é com o encontro dos jovens com o Cristo no Rio de Janeiro e no Brasil. Não nos cabe programar que tipo de país ou realidade querem encontrar. Eles [jovens] irão encontrar coisas bonitas e difíceis, como a realidade de toda e qualquer cidade, todas as realidades positivas e negativas. Não nos cabe tentar mostrar algo que “pinte” o Rio como gostariam que fosse. O jovem seja qual for sua idade, pode fazer a diferença” afirmou Dom Orani.

Questões logísticas também foram esclarecidas. É evidente que o maior desafio logístico da Jornada no Brasil está relacionado à mobilidade dos jovens dentro do país e, especificamente, no Rio de Janeiro. Parcerias com o Governo do Estado e Municipal vão facilitar o trânsito dos participantes. Sobre a hospedagem dos peregrinos, Dom Orani enfatizou que a Jornada é responsável pelas famílias que acolherão os jovens e pelos locais públicos que servirão de alojamento.

“Os hotéis não são responsabilidade do A12, o preço dos hotéis não é novidade, já que a mesma reclamação também aconteceu na Rio+20. E os e-mails que recebemos com essa reclamação são tão significativos como dizem”, afirmou Dom Orani.

O próximo evento da JMJ Rio 2013 será no dia 14 de setembro, quando será divulgado o Hino Oficial da Jornada.

“Cerca de 180 sugestões chegaram do mundo inteiro. Chegamos a conclusão do hino que achamos que tem um refrão popular que facilite a memorização”, disse Dom Orani.

O evento de lançamento do Hino Oficial da Jornada vai acontecer na Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, na Base de Santa Cruz, no Rio de Janeiro.

 

Com informações do portal A12.com

Artigo: "Mês da Bíblia"

† Orani João Tempesta, O. Cist.
Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ

Estamos nos aproximando de mais um dos meses temáticos. Além dos temas dos textos bíblicos e os próprios da liturgia, a Igreja no Brasil nos sugere um assunto que perpassa todo o mês para a nossa reflexão.

Em setembro, a Igreja Católica celebra o mês da Bíblia. Esse mês temático foi criado em 1971 e ele foi escolhido porque no último domingo celebramos o Dia Nacional da Bíblia, devido à proximidade da festa de São Jerônimo, patrono dos estudos Bíblicos, no dia 30.

A cada ano um livro bíblico é aprofundado em nossas comunidades, seja pelas reuniões de grupos, seja pelas publicações, ou ainda pelas celebrações. Nesse ano, o tema deste mês é “discípulos missionários a partir do Evangelho de Marcos”. A escolha desse evangelista ocorre devido ao ano “B” da liturgia dominical, que contempla a leitura desse texto. Jà está previsto para os próximos anos seguir o mesmo tema à luz do evangelho do domingo: Lucas, Mateus e depois, em 2015, João.

Graças aos apóstolos, mais próximas testemunhas que viveram com Jesus Cristo, chegam até nós a Boa-Notícia da Salvação proclamada pelo Filho de Deus. Assim se expressa São Pedro: “Senhor, para quem iremos nós? Só Tu tens palavras de vida eterna?” (Jo 6, 68).

Fé na Palavra, que é viva! O Verbo é o prório Cristo: Ele é a Palavra viva! A Bíblia, ou Sagrada Escritura, é como uma carta enviada, que hoje atualizamos com a prática da fé, à luz da Tradição da Igreja e do Magistério Pontifício. É a Sua Palavra viva e eficaz.

O que a Palavra de Deus me diz, ainda hoje, aqui e agora? Deus fala, ainda hoje, e as palavras são dirigidas a todas as pessoas. Este é o grande mistério da Palavra de Deus. Para cada um dirige pessoalmente a sua voz.

Essa verdade tem consequências enormes. Você precisa ter consciência do que Deus diz na Palavra, a fim de não perder esses momentos especiais. É então que se faz necessário perguntar: O que Deus diz para mim, hoje?

Fé na Palavra, que dá a vida! A Palavra que é dirigida a mim, pessoalmente, é a fonte da verdadeira vida. A Palavra deve ser assumida com uma fé profunda, que é sempre dirigida a mim – aqui e agora!!

Encontro com a Palavra viva: sobre o tema, a verdadeira escola de escuta e oração, o Papa João Paulo II, em sua Carta para o terceiro milénio, Novo millennio ineunte, nos lembra este verdadeiro programa de pastoral.

Ele escreve: “É necessário que a escuta da Palavra de Deus deve tornar-se uma vida de acordo com a tradição antiga e sempre válida da lectio divina, para ajudar a encontrar o texto bíblico como Palavra viva que interpela, orienta e plasma a existência”. Este foi o método escolhido para ser seguido pelos nossos círculos bíblicos. É também o capítulo IV de nosso 11º Plano de Pastoral de Conjunto: “A Palavra de Deus: lugar Privilegiado para o En contro com Jesus Cristo”.

A Palavra é uma palavra constantemente presente. Jesus envia seus discípulos a todo o mundo, ordena-lhes fazer discípulos entre as nações por onde passaram, a pregar a Palavra exatamente como foi comunicada a eles.

Ler a Bíblia supõe abertura a ação do Espírito Santo, mas também aprofundamentos. São importantes alguns estudos preliminares que fornecem uma visão geral das informações básicas sobre o ambiente em que o livro foi escrito. Por isso, é preciso conhecer o contexto mais amplo da Bíblia. Este contexto irá variar dependendo de qual livro queremos ler.

Por exemplo: é óbvio que devemos ler os Evangelhos com uma ótica diferente como lemos o livro do Apocalipse. Esta preparação é ainda mais necessária no caso do Antigo Testamento, que contém uma série de textos escritos dentro de uma cultura muito antiga. Novas traduções são fornecidas e somos ajudados com os comentários de rodapé ou à margem do texto. Recorrer aos Dicionários Bíblicos também nos complementa a ter uma visão mais ampla dos temas e situações. Estes materiais nos ajudam para a leitura individual. Nesse aspecto, vale a pena mencionar dois princípios básicos de leitura da Bíblia. Na sua base, há uma regra geral que diz que toda a Bíblia é um farol para os seres humanos. Assim, o primeiro e fundamental princípio para se ler a Bíblia é este: cada declaração das Escrituras considera o contexto em que ela ocorre.

A segunda regra aplica-se a ter em conta os diferentes tipos de passagens literárias da Bíblia. Quem já teve até mesmo um contato superficial com várias obras literárias sabe que o caminho para ler e interpretar tais documentos, ou prosa (como o romance) e poesia é uma forma diferente. Os autores bíblicos também se beneficiaram de uma grande variedade de gêneros literários. Na Bíblia, encontramos textos poéticos (por exemplo, Salmos); encontramos fragmentos de documentos oficiais (por exemplo, no livro de Esdras, Macabeus); encontramos fragmentos de narrativa (por exemplo, em Atos dos Apóstolos). Cada leitura é um pouco diferente. E é necessário evitar o maior perigo na leitura da Bíblia, que é a interpretação fundamentalista. Esta interpretação é de significado literal de cada uma das frases das Escrituras, sem levar em conta as implicações históricas da criação do texto. A leitura

fundamentalista da Bíblia enfatiza a interpretação literal. Necessitamos descobrir o que está na narrativa bíblica e que é o mais importante, a saber – a mensagem de levar o homem para a salvação.

O nosso dia deveria começar com a leitura da Palavra. A tradição da Igreja nos coloca os salmos para a oração da Liturgia das Horas. É, pois, importante que o inciemos com a leitura orante da Palavra de Deus, algo que vai proteger o nosso coração durante o dia, como Maria, que mantinha tudo no seu coração. Armanazenar a Palavra logo de manhã para irmos “ruminando” durante todo o dia. No final do mergulho na meditação, iniciamos um novo dia com todos os problemas que ele traz, mas no coração temos uma palavra, ou pelo menos um de seus versos, algo recebido e acolhido a partir da leitura.

Na liturgia da missa os vários textos se complementam e na sequência nos ajudam a mergulhar ainda mais no mistério.

Que no mês da Bíblia, em nossas vidas, em nossas famílias, em nossas comunidades e principalmente na animação do nosso círculo bíblico possamos cada vez mais colocar a Palavra de Deus como centro de nossa ação evangelizadora.